sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Vais para onde?

Conta a história que um dia um barco enviou um pedido de socorro “socorro, socorro, estamos perdidos” e a torre de controlo respondeu: “dê-me a sua localização para vos poder orientar e ajudar a chegar ao porto.” Mas eles responderam: “Esse é o problema, nós não sabemos onde estamos” e a torre de controlo respondeu: “Então não vos podemos ajudar, porque se dermos instruções erradas poderemos guiá-los para mais longe em vez de vos aproximarmos de terra. Como iremos ajudá-los se não sabem onde estão?”
“Estás a ganhar ou estás a perder?” “Não sei, estou a jogar...”, “mas como é que vai o negócio?” “Não sei bem!”, não é impressionante que pessoas vivam assim? Tens de ver os números, se estão a aumentar ou a diminuir. Onde é que estás? Em que nível estás? É muito importante saber em que nível estás. E uma coisa muito importante em relação aos níveis é o seguinte: não saltes para o próximo nível antes de tempo. Isto é muito importante. É que há pessoas que ganham mil euros por mês, começam a viver como se ganhassem dois mil e quinhentos, e depois o que acontece? Todos os meses lhe faltam mil e quinhentos que elas vão tirar de onde? Do sogro, da sogra, do pai, da mãe, até do seu filhinho, do seu porquinho. Isso não é sábio! Nem sequer inteligente. O que é que seria inteligente? Se estás a ganhar dez tens de viver com cinco e assim sobram cinco. Cinco todos os meses, dentro em pouco até pareces rico. Não gastes os dez. Se ganhas dez gasta cinco. Isto é ser inteligente. 
Porque é que acham que eu não abri há mais tempo um escritório como o que tenho agora? Porque primeiro tinha de elevar os meus rendimentos muito acima, em vez de chegar ao fim do mês e dizer: “ai meu Deus! Chegou o fim do mês! E agora como vou pagar a renda, ou o empréstimo! Não tenho dinheiro!” Este stress comum não acontece comigo. Não. Tens de ser sábio. Colocas o teu esforço em aumentar os teus ganhos e depois verás como administrar. Esta é a chave. Não saltes para o nível seguinte antes do tempo. É melhor permanecer num nível em que o teu dinheiro sobra em vez de ires para um nível em que o dinheiro te falta. Não fiques sequer num nível em que chegas sem dinheiro ao fim do mês. Entendes? Trata-se de corrigir a tua filosofia. Há quem diga: os ricos são os que mais gastam. Isso não é verdade. Os ricos são os que mais guardam. Por isso são ricos. Os pobres são os que mais gastam. Eles gastam não só o que ganham, mas ainda pedem emprestado para continuar a gastar. E gastam até o que irão ganhar no futuro. Não é assim que acontece? Já têm comprometido o 13º mês, e as férias... e as bonificações, e os lucros anuais e quem sabe quantas coisas mais... seis meses antes! Isso não pode ser. Ganham a lotaria mas isso não interessa porque voltarão rapidamente a ficar pobres porque compram tudo o que lhes faltava. Não podes ganhar mil e querer viver num nível em que precises de dois mil. Observa a tua vida: pensa “como vai a minha vida! Ganho três e gasto três? Isto está errado, eu tenho de corrigir esta situação.” Não é assim? A aparência e o ego é que fazem isso contigo. “Já tenho algum sucesso, tenho de mostrar o dinheiro, tem de se perceber”. Não! É melhor seres criticado por ganhares muito e gastares pouco. Eu aprendi que o dinheiro não é para convidar os meus amigos para beber cerveja, não é para ficar bem com eles. Os ricos gastam o mínimo e guardam o máximo. Os pobres primeiro gastam e depois não têm dinheiro para guardar. Filosofias opostas. 
Eu também tinha estes problemas. Já estava a trabalhar como médico há quatro anos e tinha estes problemas. E sabem porque é que os quatro anos seguintes foram diferentes? Porque corrigi o meu sistema de avaliação, corrigia a minha filosofia, corrigi a minha mentalidade. Disse: “Ok. Toda a minha maneira de pensar e de agir está errada. Agora chega! Vou começar a fazer acertos.” Então rasguei os meus cartões de crédito. E nunca mais vivi de crédito. Tudo o que eu pudesse comprar iria ser a pronto e iria colocar o meu melhor esforço em aumentar os meus rendimentos ao máximo. Entendi o que tinha de fazer! Eu tinha de aproveitar todas as oportunidades e aproveitei o multinível da Herbalife. Tinha de ter mais distribuidores que iriam ser mais supervisores. Essa era a solução e deu-me o meu primeiro milhão em quatro anos e meio. Era tudo o que eu precisava fazer: Tornar-me um lider melhor, trabalhar com a minha equipa, ensiná-los realmente e depois mostrar os resultados. 
Todos vocês poderiam começar a corrigir a partir de hoje? Sim. E veriam resultados em três meses, em três anos, em cinco anos? Claro que sim! Ganhar o primeiro milhão? Sim!
O que é que tens de fazer? Tens de começar a corrigir já porque já demoraste tempo demais a cometer erros. Já demoraste tempo demais sem encaminhar a vida no rumo certo. Estás num caminho de terra batida cheia de pedras e das muitos tombos. Tens de voltar para a estrada alcatroada para ires mais rápido. É incrível ver que estás a chegar perto da tua meta. Outras pessoas, em vez de fazerem um plano... cruzam os dedos e esperam pelo melhor... tu não.

Rui Gabriel
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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Detalhes

São as pequenas coisas que fazem as grandes diferenças. Quantas coisas estarei eu calculando de forma errada? Eu, por exemplo, dava o valor de 1 ao cuidado com a pele. Como homem eu pensava “Não, nós somos machos!” imaginem só.... então, mudar a tua aparência às vezes vale 1? É assim: a quantas coisas estás a dar o valor de 1 quando na realidade valem 100. Nisto consiste a mudança, nisto consiste corrigir a tua filosofia, nisto consiste a correcção do teu sistema de avaliação, para teres a certeza de que tens um sistema de avaliação correcto. 
Da tua filosofia, do teu sistema de avaliação, vão depender os teus hábitos, as tuas decisões, as tuas atitudes, os teus pensamentos, os teus costumes, em resumo: tudo o que tu és: a tua personalidade, a tua educação. Então, de quem poderemos aprender? Como poderemos saber quem tem a filosofia certa? Quem tem o sistema de avaliação correcto para nós podermos aprender? Há duas fontes:
1-      A tua própria experiência pessoal. Estuda o que fizeste, talvez tenhas de dar-te conta de que fizeste coisas erradas, ou coisas certas de forma errada, antes de começares a fazer tudo como deve ser. O importante é que, se estás a fazer algo errado permanentemente durante os últimos dez anos, não digas assim: “bem, deixa-me continuar a fazer as mesmas coisas durante mais dez anos, para ter a certeza de que estava realmente errado.” Não! Eu, por exemplo, fiz algumas coisas erradas, mas não tão erradas como isso: Eu fiquei 3 anos como médico especialista até finalmente entender que ali não iria obter os resultados que eu desejava. Poderiam ter sido cinco anos ou mesmo dez anos, eu tenho amigos que ainda lá estão, e ainda não entenderam se esse é o caminho. Não seria ideal que descobrisses aos vinte anos? Ou mesmo com quinze? Não seria óptimo que conseguisses o teu primeiro milhão aos vinte e cinco anos? E ter três ou quatro milhões ganhos quando chegasses aos trinta anos? E vinte milhões aos quarenta? Não seria isso ideal? E agora sim tens tempo para as escolas e ficar com os títulos que quiseres, até podes “comprar” os professores para andarem contigo em vez de ires para a escola. Não seria isso ideal? Não seria perfeito se te tivessem falado acerca desta possibilidade há muito tempo? Podemos realmente construir uma geração diferente, cheia de abundância e prosperidade, que aprenda onde estão os botões que tem de carregar para ter sucesso. De facto, ninguém decide ser ignorante. Ninguém diz: “que bom paizinho, eu quero ser ignorante!” ou “paizinho eu quero ser pobre.” Ninguém diz isso! A maior parte das pessoas fica pobre pensando que vai ficar rica. Olha que interessante! A maioria das pessoas vai para Sul pensando que está a ir para o Norte. Não é incrível? Por isso eu me sinto com autoridade para falar sobre este assunto. Há dez anos atrás eu tinha a teoria que “iria” pôr em prática. Agora eu tenho a prática, a experiência... e os resultados. Por isso posso falar melhor acerca da teoria. Tive de enteder que tinha de corrigir a minha filosofia. Era fundamental que eu corrigisse a minha filosofia, caso contrário, nunca chegaria onde cheguei. Tive de começar a mexer nos meus valores e tive de os tirar da gaveta errada para os colocar na gaveta certa. Eu lembro-me de comprar o meu primeiro apartamento com 95m2. Eu dizia: “é tão grande!” Depois apercebi-me de que havia apartamentos de 300m2. Reparei então que o meu apartamento não era assim tão grande. Como quando recebes uma promoção no emprego, com um aumento de salário e deixas de ganhar 600€ por mês para passares a ganhar 1000€. Então dizes: “agora é que eu estou a ganhar muito dinheiro!” Mas isso não é verdade. Estás a calcular de forma errada. Vais visitar um milionário e dizes-lhe: “eu estou a ganhar 1000€ por mês.” E ele diz: “mas isso não é nada!” e tu respondes: “o quê?”.
Estuda então a tua própria experiência, as tuas escolhas, o teu percurso e os teus resultados. O que fizeste, como estão a ir as tuas coisas? Estás a perceber que estás a andar no caminho errado? Corrige! A pergunta que deves fazer é: quem te deu este plano? Onde o foste buscar? Tens de ter a certeza de que irás seguir o plano certo. Se ele estiver errado muda rápido, não continues a fazer isso nem mais um dia! Procura um plano melhor, que esteja certo e que te possa colocar no caminho do sucesso que procuras. 

Rui Gabriel
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domingo, 26 de outubro de 2008

Uma só grande meta

Estas são as ordens que eu coloco na minha mente. Eu nunca digo: “ai foi mau...!” eu digo sempre “só podia ter sido óptimo!” E às vezes respondem-me: “mas que convencido que tu és!” mas eu não me importo com o que possam pensar ou dizer de mim, eu sei o que estou a fazer e sei que é o melhor. 
Tens de estar de olho aberto em relação ao que plantas no cérebro porque isso torna-se um hábito e depois torna-se prática do dia-a-dia. A mente obedece a todas as ordens que lhe dermos principalmente o subconsciente, e a mente está ali para tornar realidade tudo aquilo que pedires. É mais ou menos como o teu escravo fiel para quem quanto mais repetes uma ordem mais intensa ela se torna. E se combinarmos isto com “emoção” mais intensa fica ainda. Com raiva, com paixão, com entusiamo, com medo. Estas emoções tornam as ordens ainda mais intensas... para o bem para o mal. 
A mente tem limitações? Sim, normalmente só cabe uma ideia de cada vez, ou seja, ela só se pode concentrar numa coisa de cada vez, como se fosse uma fita de cinema que tem muitas fotografias mas só passa uma de cada vez e dá a sensação de dinamismo e de movimento. Nãote podes concentrar em duas coisas ao mesmo tempo, isso é impossível! Só te podes concentrar numa, por isso o mais importante é que tenhas uma meta somente, uma meta a longo prazo, com metas intermédias. Mesmo com estas metas intermédias, estás concentrado numa só, porque a tua mente só se concentra numa só meta. Entendes? Isto é importante, que tenhas uma meta clara, a longo prazo, grande, e encaminhas-te para lá. Da mesma forma a mente só pode ter um pensamento de cada vez. Podes mudá-los rapidamente. E se fores muito inteligente, poderás ter uma velocidade mental maior. Como um computador, que passa as ideias mais rapidamente, mas sempre uma de cada vez. 
A questão é: trabalha mais arduamente em mudar a tua mentalidade. É como Jim Rohn diz: trabalha mais duramente sobre ti próprio do que no teu emprego. É mais difícil, em tempo e esforço, limpar a acumulação de ideias erradas, de informação erradas, de um sistema de avaliação errado que te foi fornecido desde a infância. E isso não muda de um dia para o outro. Talvez fiques agora a pensar: “é verdade, eu tenho um sistema de avaliação errado. Agora eu percebi, estava a dar o valor 1 a coisas que valem 100. E em quantas coisas mais eu estaria a avaliar erradamente?”. O teu, e o meu problema é que as coisas erradas raramente são coisas grandes, grandes defeitos. O problema geralmente está nos detalhes.

Rui Gabriel
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Andas a semear o quê?

Quando o teu subconsciente recebe uma ideia, vai trabalhando nela e vai-a multiplicando. Uma semente torna-se uma tonelada. Colocas uma pergunta na tua mente, ela vai trabalhando naquilo e pouco depois envia uma resposta do subconsciente para o consciente. E não importa se isso acontece à meia noite ou a meio de uma refeição, a ideia ou o conceito simplesmente aparece. Andas à procura de uma solução acerca de como fazer algo e, mesmo que não te apercebas, a tua mente vai trabalhando naquilo. De repente vem a ideia certa. Por isso deves ter um caderno sempre a jeito porque se não tomares nota imediatamente irás esquecer e depois... acabou.
Assim decides qual a informação que colocas na tua mente. Informação de fracasso ou informação de sucesso. Podes lá por ideias negativas ou ideias positivas. Alguém vem ter contigo e diz: “sabias que aumentou o preço da gasolina?” e tu respondes: “Oh meu Deus, outra vez? Conta-me lá.” E começas a entrar naquela linha de pensamento e essa ideia começa a multiplicar-se. Não é assim que acontece? O que tens de fazer é parar com essa ideia na hora. Diz lá ao teu amigo: “E então? Isso não tem a menor importância, não me vai impedir de atingir os meus objectivo. Vai contaminar outra pessoa por favor.” E continuas a focar-te nas tuas metas. Mas às vezes deixas que alguém te contamine e o resultado disso são sementes de fracasso, de auto-indulgência plantadas na tua mente que poderão crescer até realmente te levarem a tomar decisões erradas. Tens de ter o controlo acerca de quais ideias deixas entrar na tua mente e quais as que mandas embora imediatamente. Muitas vezes, mesmo sem ser contaminado directamente, ficas a pensar de forma negativa. Tens de parar esse processo. É um processo que daqui a pouco te fará ver tudo da cor desse filtro. E depois dizes: “porque é que não recruto pessoas? Porque é que não consigo vender nada a ninguém?” Ao dizer isto estás somente a reflectir o que está aí dentro da tua cabeça. Tu é que decides se pões ideias negativas ou positivas na tua mente, ou de medo, fracasso, pessimismo, ou então escolhes ideias de optimismo. Isso quem decide és tu. E, de acordo com as ideias que entraram e germinam na tua mente, é criado o teu estado mental.
A alegria é um estado mental, a tristeza também. A melancolia, por exemplo, é dar voltas e reviravoltas a uma ideia negativa, até ela acabar com toda a tua energia. “Oh meu Deus, ninguém me ama! Coitado de mim, o meu rendimento não chega para nada!” é assim ou não? E isto cria o quê? Um determinado estado mental. E também cria um estado mental dizer que “os produtos que vendo são um espectáculo, toda a gente os quer, este é o melhor negócio do mundo”. Mas há pessoas que têm uma ideia e perdem o controlo do rumo dessa ideia. Tens de dizer “Chega!” e procurar um novo rumo de pensamento. 
Todos nascemos com a mesma capacidade mental com a qual morremos e é uma capacidade gigantesca. É como a Terra. Nunca se plantou em toda a sua extensão, somente em pequenas parcelas. A questão é: és capaz de utilizar essa capacidade? Isso depende da tua idade, o teu desenvolvimento, da informação que semeaste. Já sabes que a mente não muda, a mentalidade sim, a tua filosofia! Que tipo de frutos queres colher? Todas as mentes funcionam de igual modo. Não é que a mente das pessoas pobres funcione de uma forma e a das pessoas ricas funcione de outra diferente. Não é assim. Ambas as mentes funcionam da mesma maneira, e têm o mesmo potencial. Ambos podem colocar nela ideias de sucesso ou ideias de fracasso. Obviamente os fracassados colocam ideias de fracasso, negativas, constantemente. E mesmo quando lhes chegam ideias positivas eles imediatamente as eliminam. O que plantam os fracassados? “E se não funciona?”, “e se me diz que não?”,”e se não tenho dinheiro?”, “e se me roubarem?”, e ninguém sabe quantas coisas mais.
E o que plantam as pessoas de sucesso? “Vai dar tudo certo.”, “ele vai dizer que sim.”, “e se me assaltam? Não, isso não vai acontecer comigo.”, assim elimina as ideias negativas. 
Lembra-te: todas estas afirmações, da pessoa bem sucedida e da pessoa fracassada, são ordens que eles estão a dar ao cérebro. Há pessoas que me perguntam: “como foi o teu dia hoje?” e, para mim só há uma resposta: “óptimo.”


Rui Gabriel
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Nada te detém

Mas primeiro tens de entender bem isto: o que vais fazer amanhã não depende das circunstâncias. Estar aqui agora, a ler estas palavras, não depende das circunstâncias. Não interessa se podias ou não podias o que é verdade é que estás aqui por uma escolha própria e não por um conjunto de circunstâncias. Estar a gastar tempo com o que tenho para dizer é para ti uma prioridade. E são as prioridades que te levam ou te afastam do caminho do sucesso. É no que te concentras é que é importante, por isso quem costuma faltar aos meus treinos de grupo não chega muito longe. Porquê? Porque tem as prioridades erradas. Eu comecei a fazer estas correcções na minha vida quando tinha 31 anos e 4 anos depois a meta mágica do milhão de euros tinha-se tornado realidade. E não era assim tão mágica porque era tangível. “Incrível” disse eu, “eu consegui!”. Sabem o que isto faz com a auto-estima de uma pessoa? Sabem quanto orgulho a gente sente, mesmo que seja em segredo? Uma pessoa apercebe-se de que poderia comprar o carro que quiser e, mesmo que não compre, tem esse poder. E isso deixa-a muito satisfeita. É uma experiência incrível o impacto que este tipo de sucesso tem numa pessoa, na sua atitude, e na atitude que mostra às outras pessoas. Um bom nível de vida reflete-se na atitude, como a aitude se reflete no nível de vida! Uma boa conta bancária reflete-se na sua atitude. Os outros dizem “ele sabe perfeitamente bem do que está a falar”. De onde vem este conhecimento? Dos resultados. 
Anotem bem: é importante saber. É muito importante ter a informação certa, o que não sabes prejudica-te! A ignorância não é uma benção. O que não sabes pode pejudicar a tua saúde, os teus rendimentos, a tua família, o teu futuro. Tens portanto de tentar saber o máximo que puderes, sempre, todos os dias. Certifica-te porém que recebes informação correcta. Jim Rohn diz que não há nada pior do que ser ignorante. Não há nada pior que isso. Não ter dinheiro é mau, mas ser ignorante é muito pior. Pior, pior seria ser ignorante e falido ao mesmo tempo. Ou então ser ignorante, estar falido e estar doente. Acho que esta seria a vida mais negativa... a não ser que sejas feio... e estejas velho... e gordo. Talvez este fosse o protótipo da vida negativa. Mas se reparares, 90% das pessoas à tua volta encaminham-se para essa situação. Tu estás a ter uma oportunidade de reparar nisto e estás a tempo de fazer algo para mudar o teu futuro.
Ter uma mentalidade saudável é importante. A mente, obviamente não pode mudar. Mas a mente é como a terra, não pode mudar, os frutos... esses sim, dependem somente daquilo que plantas e do cuidado que tens com a tua sementeira. As sementes podem mudar, assim como as ideias. A mente não pode mudar, ela é basicamente igual para toda a gente, mas a mentalidade sim, dependendo do tipo de sementes que semeamos ou que deixamos semear na nossa mente. 
O que é que a mente produz? Já o dissemos: a mente é como uma fábrica que recebe informação que é a matéria prima. A mente transforma-a então em ideias e pensamentos. Tens de ter a certeza de que a matéria prima que colocas nesta fábrica é da melhor qualidade para produzires ideias e pensamentos da melhor qualidade e que te orientem para tomares decisões melhores, para teres uma vida da melhor qualidade.

Rui Gabriel
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domingo, 19 de outubro de 2008

Cria as tuas circunstâncias

Muitas pessoas perguntam: “mas porque é que a vida te corre assim tão mal?”. “Ah, são as circunstâncias”. Anotem aí: “Não importa o que acontece, o que importa é o que é que vocês fazem a esse respeito.” Porque o que acontece, acontece a todos. Se vier uma desvalorização da moeda, isso afecta toda a gente. A mim a desvalorização também afectou mas o importante foi o que eu fiz depois. E o que é que eu fiz? Recuperei o meu milhão. Sabem como? Comprei, e, por causa das circunstâncias, comprei por pouco dinheiro, a crise passou, vendi, e recuperei o meu milhão.
Tudo isto para dizer o quê? Que o que fizeres amanhã depende da tua forma de pensar, do teu sistema de avaliação, da tua forma única de ver as coisas. Isso é o que te vai dizer o que vais fazer amanhã. As decisões que tomares não são baseadas nas circunstâncias! Onde estiveres daqui a cinco ou dez anos não vai depender das circunstâncias mas do que fizeres a esse respeito. Uma vez que tenhas entendido isso as tuas metas começam a mudar rapidamente e o teu destino começa a mudar à mesma velocidade e assim o teu futuro. Porque agora sabes que tens controlo sobre o que vais fazer. Quem está a ser guiado pelas circunstâncias, imagina, é como um barco que anda à deriva, certo? Vai daqui para acolá e depois volta para aqui. Como vai a economia... e o país. A chave é que tu não vás como vai o país porque o país vai mal e continua mal e tu tomaste uma direcção diferente. O país continua a empobrecer mas tu tomaste uma direcção diferente. Entendes? Então pergunta-te: “Que direcção irei eu tomar?” É que eu tomei a direcção de colocar mais anúncios, fazer mais reuniões, de treinar o meu grupo, servir a mais consumidores. Esta foi a direcção que eu tomei. Quanto mais duras as circunstâncias, mais eu trabalhava no meu negócio. Quanto mais difícil parecia, mais eu fazia, lia mais livros, ouvia mais audios, para não perder o caminho. E assim fui-me aproximando do meu objectivo, até conseguir. E eu consegui, mesmo durante a crise. É como aquele que está a subir uma montanha e vem um vento frio. O que é que ele faz? Fica ali parado ou continua? Continua, claro que continua! Passo a passo, passo a passo... passo a passo. É difícil? Sim. Mas ele continua sabendo que cada passo o aproxima mais e mais do topo. Sabendo isso ele não pára por nada no mundo, até que finalmente vença as circunstâncias, o frio e a dor. Como uma lancha que, tem de vencer muita resistência da água, mas chega a um ponto em que vai quase no ar, por cima da água. Agora a minha lancha vai a voar sobre a água. Eu tive de vencer as circunstâncias. Foi um super esforço? Sim. Mas é como se a tua própria vontade estivesse contra as circunstâncias. 
Quando descobres isto e o interiorizas o teu crescimento torna-se acelerado.

Rui Gabriel
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O primeiro milhão

Eu demorei quatro anos e meio a chegar à meta mágica de um milhão de euros. Quantro anos e meio! Foi incrível desde que ganhei o meu primeiro euro, depois de quatro anos e meio, acumulado, ganhei um milhão de euros. Podem fazer isso na Internet, podem ver todos os cheques, desde o primeiro até ao mês passado, aí somam tudo, mais o retalho, e podem calcular quanto já fizeram com o vosso negócio, sem enganos. Quando eu ouvi as cassetes do Jim Rohn, ele diz que demorou 6 anos a ficar milionário e eu pensei: “Boa! Seis anos? Está bem. Eu fiz isso em quatro anos e meio”. Óptimo, há gente que demora toda uma vida e a maior parte nunca verá essa meta transormar-se em realidade. Eu demorei menos tempo : quatro anos e meio para ganhar um milhão de euros, agora ganho um milhão por ano, mas vai chegar o dia em que ganharei um milhão a cada seis meses, e depois todos os meses. É assim. Eu só tenho de seguir o mesmo rumo que tenho agora. Entendem? Fazer mais do mesmo. Eu posso dizer isso pela experiência que tenho. É incrível, mas o dinheiro que eu ganho agora em 12 meses, demorou-me, da primeira vez, quatro anos e meio a conseguir. Quatro anos e meio! E depois, para estragar tudo, quando tinha um milhão no banco, veio a desvalorização da moeda e o meu milhão, de repente transformou-se em meio milhão. É assim. Por não saber preparar-me. Agora já sei. Eu estava a guardar aquele dinheiro para comprar a minha casa. Eu queria uma casa no valor de um milhão. Nessa altura comprei a minha vivenda de Acapulco e mais um terreno. Bom, quando chegas ao topo da tua carreira no multinível, já estarás a ganhar mais de meio milhão por ano, então no ano seguinte já poderás ter o teu milhão guardado, dependendo dos teus gastos, claro, porque isso pode gastar-se também. Então, uma vez que tenhas entendido que ter um milhão no banco é possível para ti, uma das tuas metas mais próximas talvez seja corrigir o teu sistema de avaliação. Corrigindo a informação que recebes, corriges aquilo que percebes do mundo. O factor decisivo do que irás fazer amanhã não serão as circunstâncias, e o que farás no mês que vem, também não será ditado pelas circunstâncias. Lembra-te: o teu rumo não depende do vento! Então depende de quê? Depende daquilo que decides de acordo com a tua filosofia. 
O que é que vais fazer? Seguramente não farás o que faz a maioria! NÃO DEVES fazer o que faz a maioria. Porque a maioria está sempre mal. A maioria não tem dinheiro, a maioria está doente, a maioria tem poucos estudos, a maioria! A maioria não quer trabalhar contigo no teu sistema de negócio. Então vais fazer o que faz quem? A minoria! Porque esta minoria é a que está bem. A maioria das pessoas vai para a universidade, por exemplo. Que bom. Continuem aí, eu estou em outros negócios. 

Rui Gabriel
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

És normal ou anormal?

Como é possível orientar as velas de forma diferente da maioria? O vento da pobreza diz que toda a gente deveria ser pobre mas algumas pessoas orientaram a vela da sua filosofia pessoal de forma diferente e disseram: “não, com este vento eu fico rico”. 
A maioria diz que é impossível não se deixar arrastar pelo vento, é ele é que leva as nossas vidas. Então é levada pelo vento da doença, dos preços altos, do fracasso. E o que é verdade é que estes ventos sopram na mesma direcção para todos, mas se souberes como orientar a tua vela podes viajar em direcção contrária à do vento, não importa o que diz a maioria, ela anda falida e doente de qualquer maneira! O vento pode soprar na direcção que quiser e tu também podes andar na direcção que quiseres. Isto é verdadeiro poder. É ter realmente o destino nas mãos. A forma como orientas a tua vela chama-se a tua filosofia pessoal, o teu sistema de avaliação, composto pelos livros que leste, os audio e videos que ouviste e viste, pelos cursos que frequentaste, pelas pessoas de quem copiaste. Se pensares um pouco, o vento da ignorância sopra na mesma direcção, o vento das críticas também. Este é forte, o vento das críticas. Quantas pessoas já foram afogadas pelas críticas! Criticam a minha forma de trabalhar? Sim. Criticam o meu uso da tecnologia? Também. Criticam o tamanho do meu escritório ou o meu carro topo de gama? Sim. E depois? Eu não tenho de ser levado pelo vento. Anota aí: tu não tens de te deixar levar pelo vento. 
O estranho deste vento, é que ele nunca irá soprar na direcção para onde vais. Isto é uma meteorologia estranha. Ele nunca soprará favorável, a não ser que te dirijas para o fracasso. O vento sopra sempre da riqueza para a pobreza. Não sopra nunca da pobreza para a riqueza. Por isso Jim Rohn diz: “riqueza é afastar-se da pobreza normal”. Reparam? “normal”. Por isso ser rico é o quê? “Anormal!” o vento sopra sempre na direcção da ignorância normal, da doença normal. O que é que há mais? Pessoas saudáveis ou pessoas doentes? Não é normal ficar doente aos 50? Aquele diz: “eu tenho 60 anos e sou doente” e todos dizem o quê? “ah isso é normal!” Agora... se tens 70 anos e estás saudável, isso é o quê? Anormal! 
A pobreza é normal, ser negativo é normal. A escuridão é normal, gerar luz é que representa energia e esta não é eterna precisa de fazer um esforço permanente para vencer a escuridão. Porquê porque o escuro é que é normal. O vento da escuridão está sempre a soprar. A escuridão gasta quanta energia? Nenhuma. A negatividade gasta quanta energia? Nenhuma. Está aí à coca, à espera que nós baixemos a guarda. 
Sabem o que aconteceria se não houvesse sol? Tudo estaria congelado e tudo morreria. O universo tem o frio normal e encontrar calor é anormal, requer esforço e trabalho. Por isso o sucesso não é normal. Os ventos das críticas, dos inimigos, do desemprego, dos salários baixos, das necessidades sopram todos na mesma direcção, assim como o vento da falta de apoio, empresas fechadas, pessoal mandado embora, tudo isto vai na mesma direcção. 
Então como é possível em 2 anos, 5 anos ou 10 anos conseguires ficar completamente imune à direcção do vento? Corrigindo a tua filosofia. Orienta a tua vela numa direcção diferente. Isso foi o que eu fiz. Eu disse: “esse homem tem razão! É verdade toda a gente anda ao sabor do vento! Mas eu quero ir numa direcção diferente”.
Como é que orientas a tua vela? Começa por ler os livros, a fazer os cursos, a ouvir os audios e a ver o videos, até que lentamente começas a ir no sentido oposto ao do vento normal. Vês toda a gente a ir a direcção contrária e dizes: “Hei! Vocês estão a ir na direcção errada!” e eles dizem: “Não! Tu é que vais errado!” “Está bem, daqui a pouco vamos ver quem está errado”.
O que é que vocês pensam que eles dizem quando eles estão na praia e vocês estão num curso ao fim de semana? Pensam: “mas são malucos, ali fechados numa reunião! Numa crise destas e dizem que querem ganhar um milhão de euros”. Por falar nisso, todos vocês deveriam ter a meta de ganhar um milhão de euros. O vosso primeiro milhão! Há um livro que se chama “O Meu Primeiro Milhão” e aí está escrito que 40 pessoas atingem essa meta todos os dias. 40 todos os dias! A pergunta é “quando é que vais ser um desses 40? Não seria uma pena algum de vocês não chegar lá?

Rui Gabriel
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Aprende a Orientar as Velas

Há pessoas que eu encontro e digo:
- “Hei, vamos por-nos em acção!” e eles respondem:
-“Não. É que eu já estou quase na reforma do meu emprego, só me faltam alguns anos.”
- “A tua reforma? Quanto vale? 1000? E ficar rico vale quanto? Só vale 1? É incrível! Mas quantos anos faltam para chegares à reforma?”
- “Mmm... faltam 10 anos.”
- “Como? Se trabalhasses comigo, com o sistema certo como o que eu tenho, atrás do sucesso durante 10 anos, semana após semana, chegarias a ganhar, como mínimo uns 10 mil euros por mês. Quanto vai ser a tua reforma?”
- “400 Euros por mês”.
Como é que alguém pode ter valores financeiros tão errados? Há pessoas que não se querem juntar ao nosso multinível porque estão para se reformar. Faltam 3, 4 ou 5 anos para a reforma. Possivelmente conseguiriam mais rendimentos nestes 4 ou 5  anos que em 40 anos de trabalho como empregados numa empresa qualquer.
Todos temos a nossa filosofia. Todos temos as nossas ideias em relação às coisas. Todos temos isso. Por exemplo, o que é que pensam do governo não será igual ao que eu penso a esse respeito. E o que pensam a respeito da crise... nao acham que será diferente do que eu penso a respeito da crise? E o que vocês pensam a respeito do sucesso... não será diferente do que eu penso a esse respeito? Ou o que pensam dos títulos universitários, da riqueza ou da reforma, e o que eu penso desses assuntos.
Eu digo:
- “Vamos lá, vamos por-nos em acção!” e tu dizes:
- “Não porque eu estou quase a acabar a faculdade”
- “Quantos anos te faltam?”
- “já só faltam 3 anos”, respondes tu.
- “Três anos? Sabes quanto dinheiro poderias ganhar em 3 anos?”
- “ Sim... mas o dinheiro não é o mais importante”
Está bom. Sistemas de avaliação diferentes. O que pensas da sociedade, do sucesso, ou de outras coisas é muito importante. Não achas que isso influencia o teu futuro? 
Em todo o caso, estudaste nas mesmas escolas dos teus amigos, leste os mesmo livros... e agora talvez penses de maneira diferente e isso faz-te tomar decisões diferentes e isso faz-te tomar atitudes e acções diferentes. Em pouco tempo tens pouco em comum com o teu amigo de infância. A prova disso é esta: quantos dos teus amigos de infância, ou colegas de trabalho, ou familiares estão neste momento a ler este artigo e a estudar o sucesso? Talvez nenhum. Mas se fores pedir opinião a qualquer deles eles actuarão como se soubessem tudo a este respeito e até querem dar-te conselhos. Mas tu é que estás a estudar, não eles.
Anota aí: “A filosofia de uma pessoa é o factor mais importante e determinante de como funciona a sua vida.” A tua própria filosofia determina como funciona a tua vida.
O sucesso é como saber posicionar uma vela num barco. O vento sopra igual para todos. Então porque é que os barcos vão em direcções diferentes? É o mesmo vento! É que alguns barcos vão na direcção do vento e outros vão noutras direcções. Realmente o que dita a direcção do barco não é o vento (isso é o que dizem os fracassados “a vida é assim... os impostos são assim... o negócio é assim... a crise é assim, etc, etc, etc.), mas a forma como orientas as velas. Realmente podes chegar onde queres, independentemente da direcção do vento. Tudo depende da tua maestria a manobrar as velas. Sabes fazer isso? Claro que não. Precisas de um guia, alguém que já o fez e que esteja disposto a ensinar-te.
Então é possível que, com o mesmo vento das circunstâncias que sopra sobre todos nós alguns de nós viajemos em direcções completamente diferentes?
Para onde sopra o vento do fracasso? Sempre de cima para baixo. O mesmo se passa com o vento da crise, da pobreza, da desvalorização. Como será possível que em tempo de crise haja pessoas a ficar ricas? Que quer isto dizer? Somente que estas pessoas orientaram as suas velas de forma diferente da maioria.

Rui Gabriel
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

É mais fácil ganhar um milhão que sobreviver com 400€ por mês

E eu não posso mudar o teu sistema de avaliação, oxalá pudesse!! Mas és tu quem tem de perceber e querer mudar. Porque é que não falas com os teus amigos todos sobre a tua oportunidade? Isso vale realmente uma fortuna, mas para ti vale zero e preferes nada dizer. E porque não lês livros para aprender mais todos os dias e porque é que não vais a todos os cursos que houver, para estares com pessoas positivas e que sabem para onde vão e te podem ajudar a desenvolveres-te como pessoa e melhorar os teus negócios? Porque para ti isso ainda vale 1 e preferes ir todos os dias para o emprego, chegar cedo e ficar até tarde, não falhar em nada e gastar o teu tempo na praia ou a ver tv ou a dormir. Porquê? Porque estas coisas para ti valem 100. Quando valerem 1 a as outras valerem 100 começarás realmente a ser bem sucedido em qualquer área da vida que te proponhas.
Para mim, ter o meu próprio negócio pesa 100 e um diploma pesa 1. Um título académico pesa 1. Dantes era ao contrário, o diploma pesava 100 e o negócio próprio pesava 1. Eu tive de corrigir estes valores. Entendem isto? Para mim já não interessam os títulos, o meu título é um milhão de euros a mais na conta bancária. Este é o meu título. É que dantes era ao contrário até que eu tive de perguntar “hei, como é que eu também fico rico?” e eles responderam “muito bem, tens de inverter os teus valores, tens de ler os livros que te ensinam o sucesso”. Por exemplo: ler o livro “Pense e Fique Rico” para mim valia 1. Se me dessem à escolha entre um livro de anestesia e o “Pense e Fique Rico” eu escolheria o livro de anestesia porque este para mim valia 100 e o “Pense e Fique Rico” valia 1. Agora é ao contrário. Dantes diziam-me: “há um congresso de anestesia e um evento com Jim Rohn”. E eu dizia, “o congresso de anestesia vale 100 e o Jim Rohn vale 1”. Agora é ao contrário. Não sei quantos cursos sobre anestesia acontecem, para mim valem 1 mas os cursos de Jim Rohn valem 100. Onde quer que aconteçam, eu tenho de ir. 
Isto é o mais importante: corrigir o teu sistema de avaliação. Porque é aqui que alguém toma o caminho errado sem perceber. Fracassa e não sabe porquê, quando afinal é tão simples: tem a balança mental um pouco desiquilibrada. Alguém lhe desiquilibrou a balança, desde o memento em que nasceu, ou então já nasceu desiquilibrado. Certifica-te que tens um sistema de avaliação correcto. Ganhar um milhão de euros vale 100, 400 euros por mês: vale zero. Mas há pessoas que dão a vida por 400 euros por mês, não é verdade? E não fazem nada para chegar a 10 mil euros por mês. Que vos parece? Eles dizem “eu não tenho tempo!” e tu respondes: “pois é, tens tempo para ser pobre, mas não tens tempo para ficares rico”. Eu não entendia quando me diziam que é mais fácil ganhar um milhão de euros que sobreviver com 400 euros por mês. Mas isto é a mais pura verdade. É mais fácil ganhar um milhão de euros por ano que tentar sobreviver com 400 euros por mês. Quanto mais dinheiro ganhas, mais tempo tens para ganhar mais dinheiro. E quanto menos dinheiro ganhas, menos tempo tens para ganhar mais dinheiro. Não é verdade? E não é um absurdo de ridículo? 500 ou 600 euros por mês absorvem todo o teu tempo, mas 1 milhão de euros por ano somente absorve uma parte do meu tempo. Que acham? Não é meio cruel? Mas a realidade é assim. 
Então se uma ideia vale 100, acordas mais cedo e vais dormir mais tarde e apaixonas-te e as coisas acontecem. A questão é: a que é que dás o valor de 100 e, dependendo disso, que tipo de coisas acontecem? Dia a dia, vais fazendo o que for importante para ti e colocando as tuas prioridades, e ao fim de algum tempo já podes saber em que direcção estás a caminhar. A do sucesso ou a outra (digo "a outra" só para não dizer de novo hoje a palavra "fracasso")

Rui Gabriel
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A balança mental

Filosofia é somente aquilo que sabes e todo o processo de como conseguiste essa informação, de onde veio. Saber de onde veio é muito importante. Imagina que a tua informação estava errada. Terias uma percepção das coisas errada também. Que aconteceria se todo o sistema de avaliação que recebeste estivesse errado? Neste momento terias muitas ideias erradas, conceitos errados e isso levar-te-ia a tomar decisões erradas, acções e reacções erradas e talvez emoções erradas. E agora tudo o que dizes e fazes está errado e diriges-te para o fracasso. E se pudesses corrigir tudo isso e passares a ter informação correcta, que te daria uma percepção correcta e que te proporcionaria um sistema de avaliação correcto? E isso iria levar-te para onde? Levar-te-ia a tomar decisões correctas e a agir de forma correcta. Que aconteceria, eu digo-te: mudaria a tua vida.
E esta informação correcta vem de onde? Obviamente veio da escola, das opiniões dos teus professores, e colegas, da tua casa, dos teus pais, dos teus irmãos, dos vizinhos, dos colegas de trabalho, dos sócios, da televisão ou rádio jornais e revistas. Tudo isto é informação e faz parte da tua própria filosofia. Temos uma grande quantidade de fontes de informação. E com estas informações construiste o teu sistema de avaliação. E este sistema de avaliação veio de onde? Do mesmo lugar: a alguém ouviste dizer que esta sala é grande e repetiste “esta sala é grande”, ou de alguém ouviste dizer “que trânsito horrível” e percebeste de repente que “o trânsito está horrível”. E se alguém diz “isto é o pior” tu também colocas a etiqueta de “pior”, principalmente se estas opiniões vêm de alguém que admiras. Se alguém que admiras diz “esta é uma óptima pasta de dentes” então vais comprá-la porque é o quê? “óptima!”. É assim ou não? Se uma ideia chega até nós ou ouvimos uma opinião de alguém, o que é que nós fazemos? Colocamo-la na nossa balança mental para a pesar. Vamos supor que essa balança mental tem valores de 1 ao 100. Se colocas lá uma informação que pesa 1, então não tens de fazer nada a respeito dela... só vale 1! Mas se essa ideia pesa 100 então ela é muito importante e começarás imediatamente a dedicar-te a ela e a colocá-la em prática porque ela é muito valiosa. 
Aqui está a diferença entre as pessoas. As pessoas de sucesso têm um sistema de avaliação totalmente diferente do das pessoas fracassadas, ou seja, as coisas ou ideias que para as pessoas bem sucedidas pesam 100 para os fracassados pesam 1, e as coisas ou ideias que para as pessoas de sucesso valem 1, valem 100 para os fracassados. E, se quiseres ter sucesso, é aqui que tens de corrigir. Tens de saber como encaram as coisas as pessoas que conquistaram o que eu quero conquistar. Como avaliam eles isto, e aquilo, e aqueloutro. E quase seria preciso ires com algum deles e veres como actuam e perguntares como pensam em todas as áreas e aspectos da vida. Como vêm eles o exercício físico? Como entendem a política. Que pensam sobre os rendimentos, as horas de trabalho, etc. Isto seria bom para te ajudar a ter um sistema de avaliação como o das pessoas que têm sucesso. Se alguém te dá uma ideia e tu a pesas na tua balança, e essa ideia pesa 1, o que farás? Nada. E, afinal essa ideia, para as pessoas de sucesso pesa 100. E uma pessoa de sucesso poderia dizer-te: “força, tens de entrar em acção imediatamente com essa ideia, porque vale 100!”, mas o problema é que, mesmo aconselhado por pessoas de sucesso, se o teu sistema de avaliação não está optimizado, não farás nada a esse respeito, porque para ti... vale 1, ou talvez zero. Aqui reside o problema.
Aparece-te uma oportunidade, cheia de histórias de sucesso de outras pessoas, com todas as ferramentas à disposição, falam-te do negócio, dos ganhos, dos sistemas de trabalho, tudo feito é só aproveitar. Podes ficar rico, dar uma vida de sonho à tua família, mas o que acontece? O teu sistema de avaliação está errado e não fazes nada a respeito disso, ou fazes errado, e qual é o resultado: o fracasso. Não poderás nunca ter sucesso se seguires as ideias do fracasso. 




Rui Gabriel
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Tudo se acumula

Tudo se faz a pouco e pouco. Não por impulsos e paragens, mas por uma força sustentada e continuada. Por isso não é preciso dizer: “vou deixar tudo para começar a estudar dia e noite”. Não é preciso. Só tens de fazer um bocadinho todos os dias. Todos os dias. Todos os dias. É assim que cresce a planta: um pouco de sol todos os dias, um pouco de água todos os dias. Aqui está um erro comum: As pessoas pensam que para ter sucesso têm de fazer um grande esforço. Não! É só um pouquinho todos os dias e isso é o que vocês têm de fazer. Foi assim que eu fiz a minha organização. Simplesmente fazendo reuniões todas as semanas e algumas pessoas iam embora e outras começavam a ficar. O tempo passou e eu continuei a fazê-lo uma e outra vez, uma e outra vez. Esse é o caminho para o sucesso em qualquer campo que vocês queiram. O problema é quando não têm a informação acerca do “como fazer”. Por isso falo tanto do estudo e da aprendizagem, das metas e do plano e mais estudo e mais aprendizagem. 
Dizem que a Terra foi feita em milhões de anos, a Bíblia diz em 6 dias e há quem diga que cada dia corresponde a um milhão de anos... quem sabe? O que é certo é que foi pouco a pouco, pouco a pouco, pouco a pouco que foi feito tudo. Toda a acção tem o seu efeito e a soma dos efeitos chama-se resultado. Tudo se soma, tudo se acumula. Podes acumular dívidas ou podes acumular dinheiro, podes acumular amigos ou podes acumular inimigos, acertos ou erros; podes acumular gordura, doenças ou ignorância ou sucesso ou fracasso.Tudo se acumula, como a poeira. A questão é: “o que é que queres acumular?” porque alguma coisa já estás em processo de acumular mesmo que não percebas o que é. Será dinheiro? Amigos? Sucesso? Ou estás a acumular fracasso? Acumulas trabalho ou descanso? Podes acumular seja o que for, a questão está em saber o que é que queres acumular. Para isso, somas os resultados e ficas a saber se foi sucesso ou fracasso, mas toma atenção: são extremos do mesmo caminho, o esforço é o mesmo caminhando para um lado ou para o outro. Se eu quero construir uma organização eu tenho de fazer reuniões todos os dias. Não quero grupo, então não faço reuniões todos os dias. Hoje é terça feira: o que é que fizeste? “ah, nada.” Óptimo, o teu sucesso em não teres sucesso vai ser incrível. Podes acumular pontos ou acumular nada. O vazio também se acumula. Acreditam nisto? 
Bem, com tudo o que foi dito espero que tenham mais claro os processos de como funcionamos. E tendo isto mais claro podemos passar ao passo seguinte.


Rui Gabriel
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sábado, 4 de outubro de 2008

Pouco a pouco... pouco a pouco

É típico dizer: “o que eu vejo”, ou “o que eu acho”, ou “de acordo com o meu ponto de vista” ou “eu não acredito nessas coisas”, “não acredito que seja verdade”. É tudo sinónimo da mesma coisa e é o resultado de um processo mental que aconteceu muito rapidamente e que produz uma conclusão: “é possível” ou “não é possível”; “vamos fazer isso” ou “não vamos fazer isso”. Se não acreditarem gravem tudo o que dizem durante um dia e vão ver que dizem “eu penso que...”, ou “eu acho”, etc, etc, etc, e irão ver que estas são as palavras mais repetidas. 
O importante disto tudo é que o que vocês acham é oque vos vai levar a agir de determinada forma. E aqui entra a emoção. 
É assim que funcionamos. Alguém diz uma coisa e nós “o quê? Ele insultou-me?”. Analizamos o que a pessoa disse, juntamos o nosso pre-conceito (as ideias que já tínhamos formadas) àcerca daquela pessoa e decidimos “aquilo foi um insulto”. É assim. “ele chamou-me gorda” e o que ele disse afinal foi “olá vizinha”. “mas ele disse isso com segunda intenção!” ... “mas ele só disse olá viziinha!”, “não não, ele insultou-me!”. Não é assim que acontece? Já aconteceu algo parecido com vocês? Comigo já. Não tinham qualquer má intenção e o outro ficou chateado? 
Voltamos então à acção. Como iniciar a agir numa determinada direcção? Simples. Cria uma Meta, traça um Plano, põe em Acção. O problema é que muitas pessoas saltam a parte do meio. O Plano requer Estudo. Principalmente no caminho do sucesso o estudo temum papel fundamental. Como vamos fazer, como poderemos conseguir, quais as melhores maneiras, ferramentas e veículos. Depois destes pequenos/grandes detalhes já podem traçar o vosso plano de acção. Assim sim! Podes planear a tua vida e o que vais ter nos próximos dez anos. E depois de tudo claro, pões em prática. E vais agir de acordo com o que dizes e fazes ou de acordo com o que deixas de fazer e dizer . O que não dizes e não fazes também afecta a tua progressão. Cada acção trás o seu próprio efeito. Acções pequenas trazem efeitos pequenos e acções grandes trazem efeitos grandes. Por isso o caminho do sucesso é tão simples: Não importa que faças pouco, o que importa é que faças todos os dias, todos os dias, todos os dias. Entendido? Assim, por aquilo que fazes todos os dias acabas por conseguir uma grande acumulação do que quer que seja que andes a fazer. Se estiveres a seguir um bom plano para o sucesso financeiro terás o teu sucesso financeiro, ainda maior do que esperavas, mas se não tens plano nenhum vais com toda a certeza em direcção ao fracasso, por falta de consistência nas tuas acções, grandes e pequenas, de todos os dias. 
Quando entenderem isto, não só entenderem mas assimilarem verão que o caminho é muito fácil. É como fazer somente algumas flexões todos os dias. Com o passar do tempo isso converte-se em muita massa muscular e muita força. Ou podem ler uma página de um livro todos os dias, um pouquinho, até somente um parágrafo, mas passa o tempo e de repente já leram um livro gigante. Vão adquirindo informação todos os dias e chega uma altura na qual se tornarão sábios.


Rui Gabriel
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O que fazes é comandado pelo que tu pensas

Como é que acumulaste estas etiquetas no teu sistema de avaliação? O que fazes com ele? Medes, tiras comparações, calculas, aprecias, classificas, estimas, etc.. é tudo a mesma coisa: rótulos do noso sistema guia de avaliação. Precisamos deste sistema guia para podermos funcionar! E tudo isto, junto com as novas informações que recebes, comparadas com as informações prévias, as que já tinhas, determina o que tu sabes e o que podes aprender: esta é a tua mentalidade. Esta é a tua filosofia. Todas as informações se transformaram em quê? Em ideias, conceitos, compreensão e visão do mundo. Vamos al longo do tempo, criando assim muitas crenças. Coisas em que acreditamos. E quando recebemos informação nova sobre algum destes assuntos simplesmente reafirmamos a nossa crença, ou não lhe prestamos atenção.
Imagina agora que algo em que acredites, esteja errado. É muito possível. Mais: é muito provável. Novas informações sobre esse assunto estarão reforçando essa crença errada. E, em tudo isto ainda temos de colocar uma carga emocional. Como se fosse uma lente colorida que te faz ver as coisas da cor dessa lente. Um lente verde faz tudo parecer verde, mas se trocares a lente por uma azul, de repente o mundo transforma-se em azul. Assim é a emoção. Se estás furioso, de todas as pessoas que encontras na rua, só vês as que estão furiosas, e se estiveres alegre parece só veres as pessoas que estão alegres, se estiveres apaixonado... enfim vês as pessoas que estão apaixonadas e se estiveres à espera de um filho vês mulheres grávidas por todo o lado. É assim ?ou não?
“Viste como ele me olhou? De certeza que gosta de mim!” ou então, se quiseres discutir:”Viste como ele me olhou? Só pode estar a mangar comigo!” E aquela pessoa estava a olhar de que forma? Normal. Sem nenhuma má, nem boa intenção. E vocês dizem: “viste como ele me tratou?”. E isto é o quê? Simples emoção. Então posso dar um conselho? Não te deixes entusiasmar pelos teus sucessos nem derrotar pelos teus fracassos: o entusiasmo e a desilusão são somente emoções que vêm de ti. Como um que diz que o copo está meio cheio e o outro que ele está meio vazio. Ou um que está “fora de controlo” com alegria porque fechou um bom negócio e o outro diz: “mas foram só umas centenas de euros!”. Fica de olho nas emoções. Não quero dizer “zero emoções” mas sim “emoções educadas” como diz Jim Rohn, têm de mandar as emoções para a escola, para que se eduquem, porque as tuas emoções podem fazer-te ver coisas que não estão lá. São ilusões. Ficas empolgado com o teu sucesso e passas um cheque de 100 mil euros. E depois: “ai ai, o que é que eu fiz!!”. É melhor ter a mente clara e avaliar as coisas de forma calma e objectiva. 
O que sabes, mais o que aprendes, somado com o teu sistema de avaliações e as tuas emoções, vai determinar o teu ponto de vista, as tuas opiniões e. Logo...as tuas decisões e logo... as tuas acções... logo os teus resultados. Entendem como é que os resultados são afectados por aquilo que sabemos e pelo nosso sistema de avaliação? 
Isto é muito importante, porque a tua decisão é o que te leva à acção. O teu critério, o teu parecer é o desenha o teu futuro numa determinada direcção.


Rui Gabriel
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