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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Contágio

Onde estão as pessoas de sucesso de quem poderemos aprender? Estamos rodeados delas. O problema é que nem todas estas pessoas fazem cursos e palestras, nem todos dizem: “ok, senta-te aqui que eu vou-te dizer o que fiz para ter sucesso.” Este é o problema. Ou então não tens acesso a eles, as casas deles têm guardas que não te deixam entrar, eles andam com guarda-costas que não te deixam aproximar. Não consegues observá-los de perto para ver o que eles fazem: “eles fazem exercício? Eu também vou fazer. Eles leem livros? Eu vou ler também.” Não seria isso ideal? Seria sim, mas eles não deixam.
Faz estas perguntas fundamentais para a tua vida:
1-      “Quem é que eu escolho para estar perto de mim?” A maior parte da minha vida quem é que está junto de mim? Com quem falo? São pessoas de sucesso ou são pessoas fracassadas? Tomem nota: o fracasso é contagioso. É como uma gripe. As ideias do fracasso são contagiosas, os hábitos, os costumes são contagiosos. Vais para o norte, daqui a pouco vais falar como? Com o sotaque nortenho. Acredita! Se fores para o sul daqui a pouco estarás a falar com o aquele sotaque. Vai ser assim, é assim que acontece. Isto é extremamente importante: “De quem me rodeio e com o que é que eles me estão a contagiar?” É que este contágio é normalmente bastante inconsciente e muito subtil. Subtil mas poderoso.
2-      “O que estão essas pessoas a fazer comigo? Como influenciam as minhas escolhas? O que é que eles me fazem comer? O que é que me fazem pensar? O que me fazem dizer? Onde é que eu vou por influência deles?“. É que se te juntares com religiosos, eles vão levar-te para onde? Para a igreja, não é verdade? Se te juntares com jovens da noite eles vão levar-te para onde? Para as discotecas e para os bares. Se te juntares a atletas, eles levar-te-hão onde? Para o ginásio, ou para o parque para umas corridinhas. Se te juntares com empresários, vão-te levar para onde? Para o trabalho. É assim! Eu não estou a dizer que todas as pessoas que te rodeiam estejam erradas, mas tu tens de saber o que é que está a acontecer. Certo? É que, se aquele está a ler um livro que o entusiasma, vai dizer de quê? “Tens de ler este livro!” Se o outro anda a ouvir umas gravações, vai dizer-te o quê? “Ouve estas gravações.” Se mais alguém lê informações importantes num blog ou num site não irá recomendar esses sites aos seus melhores amigos? E, destes, muitos irão ler ou ouvir ou ir a algum lugar por recomendação de outros. É deste contágio que estou a falar. Deixa-te contagiar por este tipo de pessoas: pessoas positivas que estão a ir a algum lugar. As informações com que te contagiarem são boas para ti, deixa que te contagiem, que engordem o teu cérebro com mais conhecimento. Obviamente as pessoas que nos rodeiam irão dar opiniões e grande parte do contágio vem sob a forma de opiniões. E estas opiniões são o resultado das avaliações feitas por essas pessoas, o que elas acham, ou opinam. Deixa que te diga uma coisa: Para seres uma pessoa que ganha um milhão de euros, para mereceres que te paguem um milhão de euros, não precisas ser perfeito. Não tens de ser o super-homem! Não. O problema é não conheceres o sistema. Pensas: “bem, eu tenho um monte de defeitos, será que eles irão impedir-me de ser rico?” lembra-te daquilo a que se chama o “milionário comum”. É um milionário e é uma pessoa comum! Chegam a milionários comuns quarenta pessoas todos os dias. É verdade! Não tens de ter somente virtudes e nenhum defeito! Eu não vou dizer que nunca perco tempo a ver televisão. Não é verdade! Eu vejo televisão. Eu tenho uma vida normal. Só que eu já percebi quais os botões que tenho de carregar e nunca os posso descurar para continuar o fluxo de dinheiro que tenho sempre. Quais são esses botões? São que tenho de fazer tudo perfeito: as reuniões, os treinos e formações, cada detalhe do meu trabalho. Sabem que às vezes aparecem amigos lá em casa e dizem-me : “não acredito que estejas a ver televisão! E ainda por cima uma novela!” Sim, estou, é verdade. Eu vejo televisão. Mas também leio os livros, ouço as gravações e carrego todos os botões necessários para fazer crescer o meu negócio. Ouço as notícias? Sim, mas não deixo que me contagiem. Ouço falar da crise mas não penso “Oh meu Deus! Agora ninguém vai querer comprar os meus produtos!” não, eu não me deixo contagiar pelas notícias negativas. Eu também escuto as opiniões das pessoas, mas não me deixo contagiar, eu não acredito nelas. Alguém ainda ontem me veio dizer: “isto está muito difícil! Ninguém quer comprar estes produtos!” e eu respondi: “Não é verdade. O que se passa é que tu acreditas nisso e não falaste com suficientes pessoas. Começa a falar e vais ver.” Outro diz: “é impossível construir uma organização”. Não é verdade! Só tens de ir a todas as reuniões e continuar a convidar pessoas e vais ver que recrutas um monte de gente.” Não vêm cinquenta por dia, mas em todo o caso irás construindo a tua organização.


Rui Gabriel
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

"Ter mais" é "servir mais"

Pois era, salvaríamos as nossas vidas se tivéssemos a sorte de poder aprender com os fracassados, ou pelo menos com os fracassos dos outros.Porque o importante não é o que essa pessoa obteve, o importante é como essa pessoa está agora. Atenção a isso: há pessoas que vivem de glórias passadas. “Não sabes? Eu fui isto e aquilo! E já tive isto... e aquilo!”. “Óptimo”, dizes tu, “e depois?” “Ah eu perdi tudo.” “Então saíste do clube dos bem-sucedidos e entraste no clube dos fracassados”. Sabes o que essa pessoa irá dizer? Desculpas e pretextos. “Sabes o que foi? A inflação! Foi o Governo, o governo malvado... Foram os bancos!”. “Então quer dizer que no teu plano não previste esses invernos. Estavas desprevenido. Não estavas a trabalhar como a formiga, prevenida, que pensa sempre no inverno que pode chegar e guarda, guarda. Ainda bem que me contas isso. Assim eu posso estar preparado se algo semelhante acontecer.”
Não pensem que é ganhar um milhão de euros e pronto, acaba o plano. Não. Isso é somente parte do plano, do jogo. Vamos ver como te sais no segundo tempo. Há pessoas que ganharam muito e perderam tudo e isto ainda é pior do que nunca ter ganho nada. Como uma criança que colocas no cavalinho somente para a tirares de lá um segundo depois.
Aprende do negativo assim como do positivo. Não ignores o negativo, não tens de o ignorar. Aprender com as coisas negativas pode ajudar-te a salvar a tua conta bancária, ou o teu futuro. É incrível como pensam os fracassados! É incrível! Os fracassados só pensam em receber, que alguém lhes dê qualquer coisa. Procuram ter amigos para que lhes deem coisas. Querem que toda a gente os ajude quando precisarem. Por isso há quem diga que é melhor ter amigos que dinheiro, Eu não sei. Agora que tenho dinheiro tenho mais amigos. Quando não tinha dinheiro ninguém queria ser meu amigo... até parentes apareceram não sei de onde! Ok, agora fora de brincadeira: eu acho que em toda a vida terás uns dois ou três amigos, no máximo. Amigos verdadeiros! Daqueles de quem fala Jim Rohn quando diz que um amigo é aquele que sabe tudo acerca de ti e mesmo assim é teu amigo. Telefonas-lhe e dizes que estás do outro lado do mundo, na Malásia, e dizes: “olha, estou preso”. E ele deixa tudo o que estava a fazer, mete-se no avião e vai-te tirar da cadeira. Esse é amigo. Não aquele que te responde “ah, que chatisse. Olha quando saires dá-me um toque para tomarmos um café.”
Os bons amigos são muito difíceis de encontrar. Essa amizade constrói-se, assim como se constrói uma fortuna. O resto é companheirismo “eu gosto dele”, “é bom rapaz”, é boa rapariga”, etc... Agora, onde eu acho que existe a verdadeira amizade é no amor de mãe para filho ou filha. A mãe daria o próprio sangue pela vida do seu filho. Aí existe esse amor puro. Ao contrário não funciona igual. O filho diz: “ok, mãe, eu há cresci e agora tenta safar-te da melhor maneira”. Nem sequer o amor de pai é assim, não, tem de ser de mãe. Refiro-me à humanidade no geral, naquilo que podemos todos observar.
O fracassado espera que lhe deem tudo, incluindo ganhar a lotaria. Não espera conquistar! Ele não luta! Ele diz assim: “deram-me um emprego.” O problema é que eles, assim como todos nós, não iremos obter nada além do que merecemos. Qual é então a forma de ganhar mais? Merecer mais. Esta é a resposta. E como é que poderás merecer mais? Serve mais pessoas e serve-as melhor. Os fracassados estão focados em “receber mais” e os bem sucedidos estão focados em “servir mais”. Não é interessante? Os fracassados esquecem rapidamente o que aprendem nos cursos, nas reuniões de trabalho e desenvolvimento pessoal. Por isso o treino e esforço para te melhorares tem de ser contínuo. Todos temos tendência para esquecer os detalhes mais importantes.

Rui Gabriel
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domingo, 28 de setembro de 2008

Sistema de Avaliação I

Toda a informação chega até ao cérebro, certo? Bem... aos que têm cérebro. E no cérebro sabemos que está a mente. Em que zona? Não sabemos. Mas sabemos que está lá. A verdade é que não estará seguramente nas unhas... nem nos braços. No cérebro está a mente. E o que faz a mente? A mente é uma fábrica que recebe informação como se fosse a matéria prima, e a coloca na linha de produção. Depois o que é que a fábrica faz? Pega em toda esta informação, sapara-a, coloca-a em diferentes gavetas, consoante um sistema de organização próprio do processo mental. Depois transforma-a. Um barulho qualquer pode transformar-se no alarme do meu carro. Um grito qualquer pode transformar-se no grito do meu filho que está com fome. Mas primeiro foi um grito e depois a mente identifica-o, completa-o, analiza-o, compara-o, e dá-lhe um significado. E aqui está o problema: compara-o com quê? Com a informação prévia. E quanto mais informação prévia vocês têm mais informação nova vocês captam. Se não tiverem informação prévia não veêm nada. Se nunca tiveres visto, ouvido ou ouvido falar de um avião e ouvirem um barulho... o que será? Não sei... um trovão. Não acontece isto com as crianças? Elas vêem um gato e dizem “cachorro”, “- Mãe, cachorro!”. –“Não seja burro filho... é um gato!” e coitado já o chamam “burro” desde esta idade. Ele tem direito a não saber nesse momento. A minha filha vê uma vaca e diz “cavalo”. Sim, ela não sabe que há vacas, cavalos, burros, cães. Há todos estes animais, mas ela ainda não sabe disso.

É assim que aprendemos desde crianças e é assim que continuamos a aprender já adultos. É o mesmo processo de aprendizagem. O cérebro analiza toda a informação, compara-a e interpreta-a. 

Todos temos no nosso cérebro o que Jim Rohn chama “balança mental”, eu chamo-lhe “sistema de avaliação” ou “catalogação”. Isto é uma coisa que aprendemos em crianças. A mente não chega a um local e diz: “esta sala tem 20,22 metros quadrados”. Não mede em cifras,  a mente mede como? Comparando: “a sala é grande” ou “é pequena”. Se colocarmos nesta sala uma criança e dissermos: “olha filho, esta sala é muito grande”, ele coloca essa informação dentro do seu sistema de avaliação em comparação com outras informações prévias que lá estavam. Cada vez que ele encontrar uma sala semelhante ele dirá que a sala é grande. Se fizermos o mesmo mas dizendo que a mesma sala é pequena a criança colocará a etiqueta “pequeno” e dirá que esta e todas as salas semelhantes são “pequenas”. Isto é muito interessante: a mesma coisa acontece com as casas, os carros, os rendimentos, o bom e o mau, o aceitável e o inaceitável, o que deve ser feito e o que deve ser evitado. Tudo o que vemos nós catalogamos. Tudo! Eu tenho ouvido pessoas a dizer: “não se deve julgar ninguém”. Mas isso é impossível, a partir do momento em que vês uma pessoa tens de a “catalogar”: se é branco ou preto, alto ou baixo, gordo ou magro, bonito ou feio, simpático ou antipático. Até a religião diz que não devemos julgar ninguém. Mas isso é impossível. Se alguém cheira mal é impossível não perceber e não emitir um juízo. Se ele cheira bem passa-se exactamente o mesmo. O mesmo em relação a todas as qualidade e defeitos possíveis de observar numa pessoa. O mesmo se passa com a temperatura. Nós não avaliamos a temperatura em graus. “hoje sinto 23 graus”. Não, nós avaliamos se está calor ou frio. O problema é que, com a mesma temperatura, para uma pessoa está calor e para outra está frio. 

O que nos leva a catalogar uma informação é o nosso sistema de avaliação. E este sistema de avaliação... alguém nos ensinou como fazê-lo. Provavelmente fomos copiando o sistema de avaliação de quem nos rodeia e construímos o nosso baseado nas avaliações das outras pessoas. Os pais, irmãos professores, amigos, etc. etc. Assim fomos criando diferente tipos de valores para diferentes coisas. Depois veremos como este sistema de avalição conduz a nossa vida para onde queremos e para onde não queremos.

Rui Gabriel

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http://www.omeunegocio.com/candidatura 

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Escolhe o teu Guia

Realmente é muito fácil fazer uma escolha acertada: acreditem em quem conquistou mais que vocês, dentro daquilo que vocês procuram. É aquele que tem os resultados? Então ele é quem sabe. Ele sabe! 

Mas é aqui que a maioria das pessoas ficam perdidas: tentam construir o seu sonho, e em vez de aprenderem com quem já o realizou, tentam inventar o seu próprio método. Perdem tempo, energia, e ganham em desilusão e cansaço. É como se eu dissesse: “para quê comprar este computador? Eu vou tentar fazer um igual” e depois, passar por todo o processo para ver se sou capaz de fabricar um a partir do zero. Não seria mais fácil, agarrar num computador já feito e copiar? A ciência faz isto muito bem, por isso tem avançado de maneira tão prodigiosa. Nunca existiram tantos cientistas ao mesmo tempo como existem actualmente. Antigamente, aparecia um hoje e duzentos anos depois aparecia outro que pegava nas suas anotações e trabalhava em cima disso. Nessa altura crescíamos de século a século, hoje crescemos de semana a semana. Porque é que é assim na ciência? Porque eles não dizem: “Esqueçam Einstein e vamos fazer tudo de novo”, não. Eles dizem: “Vamos ver onde ele ficou e daí eu continuo”. Assim deveria ser o sucesso. Mas as pessoas não aprenderam esta lei do sucesso. Aliás, os fracassados tem como que ódio dos bem sucedidos. Em vez de dizerem: “vocês são os professores que têm que nos ensinar” eles preferem criticá-los, inventar defeitos e não os escutar. 

Prestem atenção a isto: algum de vocês quer realmente aprender? Estão sedentos por aprender? Se saissem daqui só com a ideia de que é preciso serem humildes e aprenderem o máximo que puderem, só por isso, a vossa vida já iria melhorar. Acreditem que podem ter um futuro melhor. E muito desse sucesso depende da visão que vocês possam ter do próprio futuro. 

Será que conseguem ver-se na casa dos vossos sonhos, a guiar aquele carro, junto com aquela pessoa, a fazer aquelas viagens? Ou não conseguem visualizar e acreditar o suficiente para que consigam imaginar-se nessas circunstâncias? Eu, em 1991 atrevi-me a afirmar “eu vou fazer que o meu rendimento se multiplique por três. Vocês vão ver-me chegar a 9 mil € e depois a 12 mil € por mês. É um grande atrevimento afirmar uma coisa destas, certo? Mas é assim que as coisas começam a acontecer: quando vocês dão para o vosso subconsciente as ordens suficientes. 

Querem saber uma coisa acerca da mente? 

Rui Gabriel
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