terça-feira, 25 de novembro de 2008
Contágio
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
"Ter mais" é "servir mais"
domingo, 28 de setembro de 2008
Sistema de Avaliação I
Toda a informação chega até ao cérebro, certo? Bem... aos que têm cérebro. E no cérebro sabemos que está a mente. Em que zona? Não sabemos. Mas sabemos que está lá. A verdade é que não estará seguramente nas unhas... nem nos braços. No cérebro está a mente. E o que faz a mente? A mente é uma fábrica que recebe informação como se fosse a matéria prima, e a coloca na linha de produção. Depois o que é que a fábrica faz? Pega em toda esta informação, sapara-a, coloca-a em diferentes gavetas, consoante um sistema de organização próprio do processo mental. Depois transforma-a. Um barulho qualquer pode transformar-se no alarme do meu carro. Um grito qualquer pode transformar-se no grito do meu filho que está com fome. Mas primeiro foi um grito e depois a mente identifica-o, completa-o, analiza-o, compara-o, e dá-lhe um significado. E aqui está o problema: compara-o com quê? Com a informação prévia. E quanto mais informação prévia vocês têm mais informação nova vocês captam. Se não tiverem informação prévia não veêm nada. Se nunca tiveres visto, ouvido ou ouvido falar de um avião e ouvirem um barulho... o que será? Não sei... um trovão. Não acontece isto com as crianças? Elas vêem um gato e dizem “cachorro”, “- Mãe, cachorro!”. –“Não seja burro filho... é um gato!” e coitado já o chamam “burro” desde esta idade. Ele tem direito a não saber nesse momento. A minha filha vê uma vaca e diz “cavalo”. Sim, ela não sabe que há vacas, cavalos, burros, cães. Há todos estes animais, mas ela ainda não sabe disso.
Todos temos no nosso cérebro o que Jim Rohn chama “balança mental”, eu chamo-lhe “sistema de avaliação” ou “catalogação”. Isto é uma coisa que aprendemos em crianças. A mente não chega a um local e diz: “esta sala tem 20,22 metros quadrados”. Não mede em cifras, a mente mede como? Comparando: “a sala é grande” ou “é pequena”. Se colocarmos nesta sala uma criança e dissermos: “olha filho, esta sala é muito grande”, ele coloca essa informação dentro do seu sistema de avaliação em comparação com outras informações prévias que lá estavam. Cada vez que ele encontrar uma sala semelhante ele dirá que a sala é grande. Se fizermos o mesmo mas dizendo que a mesma sala é pequena a criança colocará a etiqueta “pequeno” e dirá que esta e todas as salas semelhantes são “pequenas”. Isto é muito interessante: a mesma coisa acontece com as casas, os carros, os rendimentos, o bom e o mau, o aceitável e o inaceitável, o que deve ser feito e o que deve ser evitado. Tudo o que vemos nós catalogamos. Tudo! Eu tenho ouvido pessoas a dizer: “não se deve julgar ninguém”. Mas isso é impossível, a partir do momento em que vês uma pessoa tens de a “catalogar”: se é branco ou preto, alto ou baixo, gordo ou magro, bonito ou feio, simpático ou antipático. Até a religião diz que não devemos julgar ninguém. Mas isso é impossível. Se alguém cheira mal é impossível não perceber e não emitir um juízo. Se ele cheira bem passa-se exactamente o mesmo. O mesmo em relação a todas as qualidade e defeitos possíveis de observar numa pessoa. O mesmo se passa com a temperatura. Nós não avaliamos a temperatura em graus. “hoje sinto 23 graus”. Não, nós avaliamos se está calor ou frio. O problema é que, com a mesma temperatura, para uma pessoa está calor e para outra está frio.
O que nos leva a catalogar uma informação é o nosso sistema de avaliação. E este sistema de avaliação... alguém nos ensinou como fazê-lo. Provavelmente fomos copiando o sistema de avaliação de quem nos rodeia e construímos o nosso baseado nas avaliações das outras pessoas. Os pais, irmãos professores, amigos, etc. etc. Assim fomos criando diferente tipos de valores para diferentes coisas. Depois veremos como este sistema de avalição conduz a nossa vida para onde queremos e para onde não queremos.
Rui Gabriel
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Escolhe o teu Guia
Realmente é muito fácil fazer uma escolha acertada: acreditem em quem conquistou mais que vocês, dentro daquilo que vocês procuram. É aquele que tem os resultados? Então ele é quem sabe. Ele sabe!
Mas é aqui que a maioria das pessoas ficam perdidas: tentam construir o seu sonho, e em vez de aprenderem com quem já o realizou, tentam inventar o seu próprio método. Perdem tempo, energia, e ganham em desilusão e cansaço. É como se eu dissesse: “para quê comprar este computador? Eu vou tentar fazer um igual” e depois, passar por todo o processo para ver se sou capaz de fabricar um a partir do zero. Não seria mais fácil, agarrar num computador já feito e copiar? A ciência faz isto muito bem, por isso tem avançado de maneira tão prodigiosa. Nunca existiram tantos cientistas ao mesmo tempo como existem actualmente. Antigamente, aparecia um hoje e duzentos anos depois aparecia outro que pegava nas suas anotações e trabalhava em cima disso. Nessa altura crescíamos de século a século, hoje crescemos de semana a semana. Porque é que é assim na ciência? Porque eles não dizem: “Esqueçam Einstein e vamos fazer tudo de novo”, não. Eles dizem: “Vamos ver onde ele ficou e daí eu continuo”. Assim deveria ser o sucesso. Mas as pessoas não aprenderam esta lei do sucesso. Aliás, os fracassados tem como que ódio dos bem sucedidos. Em vez de dizerem: “vocês são os professores que têm que nos ensinar” eles preferem criticá-los, inventar defeitos e não os escutar.
Prestem atenção a isto: algum de vocês quer realmente aprender? Estão sedentos por aprender? Se saissem daqui só com a ideia de que é preciso serem humildes e aprenderem o máximo que puderem, só por isso, a vossa vida já iria melhorar. Acreditem que podem ter um futuro melhor. E muito desse sucesso depende da visão que vocês possam ter do próprio futuro.
Será que conseguem ver-se na casa dos vossos sonhos, a guiar aquele carro, junto com aquela pessoa, a fazer aquelas viagens? Ou não conseguem visualizar e acreditar o suficiente para que consigam imaginar-se nessas circunstâncias? Eu, em 1991 atrevi-me a afirmar “eu vou fazer que o meu rendimento se multiplique por três. Vocês vão ver-me chegar a 9 mil € e depois a 12 mil € por mês. É um grande atrevimento afirmar uma coisa destas, certo? Mas é assim que as coisas começam a acontecer: quando vocês dão para o vosso subconsciente as ordens suficientes.
Querem saber uma coisa acerca da mente?