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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Será para mim?

O meu segredo é que eu não deixo que me contagiem. Eu ouço, mas não me deixo contagiar. Eu também canto no karaoke, quem costuma ir a minha casa sabe. E também gosto de tequilla. Eu faço muitas coisas que não abonam em relação à minha perfeição, estou tão longe de ser perfeito. Eu digo-vos isto para que não se dispersem em ideias negativas. Isso aconteceu comigo: eu queria ser o homem perfeito para ganhar o meu milhão de euros. Não era, nunca fui e nunca o consegui ser, mas consegui o meu milhão mesmo assim. Como? Acrescentando todos os “botões” que foi preciso acrescentar e carregar neles todos os dias: isto é o sistema de trabalho.
A maioria das pessoas vão dar opiniões baseadas em conjecturas, nem sequer em experiências. É assim: “eu acho que isso não vai dar certo.” Lembrem-se que estas opiniões virão a tornar-se ordens e irão programar o vosso cérebro se prestarem atenção a isso e não provarem a vocês próprio que essa ideia negativa está errada. Ouviram falar em PLN? Programação Neuro Linguística?  Fala sobre isso. Sobre a limpeza geral a efectuar nas programações negativas que recebeste desde o dia do teu nascimento, e até antes. E essa programação diz que és tolo, que não podes fazer isto ou aquilo, que não és capaz, que não é para ti, que não mereces e tu acreditaste nisso tudo. Claro que acreditaste, foram as pessoas que mais credibilidade têm que to disseram ao longo de toda a tua vida! E diante de um desafio dizes “não sou capaz”, “eu não mereço ficar rico”, “isso é para os outros”, “ah mas... mas.... mas...” e passam-te as oportunidades ao lado sem que as aproveites e tornas realidade as mentiras que te colocaram na cabeça acerca do que és capaz e do que mereces. Não é interessante como a nossa vida se transforma naquilo que nós pensamos sobre nós próprios e isso depende em enorme parte das influencias que recebemos? Não há problema em ouvir ideias negativas de outras pessoas, o problema é que aos poucos acabam por transformar-se em ordens... se tu deixares. 
Estou a ler um livro chamado “A Mente Milionária” e aí está escrito que todos os milionários com mais de 10 milhões de dólares, em algum momento das suas vidas lhes disseram que eram atrasados e que nunca iriam ter sucesso. Tinham péssimas notas na escola e que, por isso, iriam fracassar. E eles escutavam tudo isto e, o que acham? Que acreditaram? Agora, sabem uma coisa? Comigo aconteceu o mesmo. O estímulo que eu recebi do meu pai toda a vida foi ouvir dizer que eu iria fracassar. Lembro-me de uma vez alguém ter dito ao meu pai que eu iria ter um curso de oratória e teria de praticar muito e meu pai respondeu “O quê? Ele? Oratória? Ele vai falar no palco?” “Sim, o seu filho!” e eu pensava: “Claro que eu posso!” qual era a minha outra opção? Acreditar que não iria conseguir? Isso para mim não era opção! O estímulo negativo do meu pai acabou por tornar-se positivo porque eu foquei-me em provar que ele estava errado. O problema só existe quando acabas por dizer “é verdade, eu não tenho jeito para isto”, “eu não posso”. Depende somente de ti o deixares-te influenciar por estas opiniões... ou não. As pessoas podem dizer o que quiserem, estamos num país livre, mas o efeito que as palavras têm sobre ti, somente tu é que decides. 
Porquê não ter um milhão de euros? Porque é que não hás-de conduzir o Porsche? Ou o Ferrari? Porque não tu? Porque é que não vou de férias para os melhores hotéis? Porquê não tu? Porque não? Porque é que não hás-de ter a melhor roupa ou comer nos melhores restaurantes? Esta é a diferença entre as pessoas que têm tudo isto e as que não têm. Estas dizem “ah, isso não é para mim... porque... porque...” e os que o conseguem dizem “porque não? Porque é que não há-de ser para mim?” Os primeiros dizem: “vamos comer um almocinho de um euro e meio porque o restaurante XPTO não é para mim” e acreditem nisto: “não é mesmo!” Porquê? Porque essa pessoa já tomou a decisão de não ir ao restaurante e programou o seu cérebro com a ordem “não é para mim” e isso será verdade. Se dissesse: “hoje não vou, mas irei em breve”, isso seria uma ordem também. Jesus Cristo dizia: “continuem a ser como crianças” porque as crianças não veem obstáculos, só veem possibilidades, querem conquistar tudo e vão fazê-lo.  É preferível ser assim em vez de dizer sempre “é impossível”, “nestas circunstâncias não vai dar”. Então faz o seguinte: aceita as opiniões somente das pessoas credíveis. E quem são elas? São as que têm os resultados que tu pretendes. Elas é que podem opinar com segurança e dar-te realmente uma ideia acertada. Se tu ganhas 10 e essa pessoa ganha 20, anota as suas opiniões em relação aos ganhos, mas quando tu ganhares 25 essa pessoa já não te pode dar as melhores opiniões, tens de encontrar quem ganhe 50 e aprender com ela, certo? Essa pessoa terá opiniões acertadas na área económica, certo? Mas pode não ser a melhor pessoa para dar opiniões acerca da roupa correcta a vestir. É que há ricos que se vestem muito mal. Se queres ser um atleta olímpico, observa quem ganhou as medalhas e aprende com ele. Não quer dizer que estas pessoas não tenham hábitos totalmente errados noutras areas da vida, por isso todos temos de ser humildes para aprender algo com toda a gente. Por exemplo: é um óptimo atleta mas está pobre. Aprende com ele tudo o que tenha que ver com a parte do atletismo, mas não o que tenha a ver com dinheiro. O outro pode ser rico mas está gordo. Acham que há ricos gordos? Aprendes com eles o quê? Como engordar ou como ficar rico? Tu é que escolhes. Ou achas que ele estar gordo tem algo a ver com o estar rico? Provavelmente não, mas significa que podes aprender a ficar rico com ele e a estar em forma com o atleta. Certo? E depois até podes ensinar o atleta a ficar rico e o rico a ficar atleta... é assim que funciona. Aceita a opinião de alguém, de acordo com as suas conquistas nas áreas em que essa pessoa conquistou algo. Para as outras áreas tens de procurar outras pessoas.

Rui Gabriel
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sábado, 15 de novembro de 2008

Desculpas

O estranho é os fracassados, especialistas em criticas e matar ambições, terem eles próprios um pavor enorme de serem criticados. As pessoas de sucesso, ao contrário dos fracassados, auto-criticam-se, estudam a fundo a própria experiência e dizem: “isto ou aquilo, não funcionou, tenho de fazer correcções. Não gostei do resultado, tenho de melhorar”. Ninguém tem de vir dizer-lhe que errou. Um fracassado faz asneira, tenta esconder e ainda quer ser louvado. Tem uma necessidade de reconhecimento brutal. Teve um pequeno sucesso e fica louco pensando que já está rico! É melhor deixar que os resultados falem por si próprios. Eles é que te vão dar o reconhecimento que mereces. Não adianta dizer “eu quase vendi” ou “ele quase comprou”. Aquele “quase”.... “perdi por pouco”, “quase fiquei rico”. Isto não funciona. O “quase" é muito bom porque te pode indicar que estás no bom caminho e pode mostrar-te as correcções que tens de fazer, mas o que realmente conta são os resultados. Os “quase” não te pagam as contas. 
Os fracassados são óptimos a arranjar desculpas. Têm uma biblioteca de desculpas para tirar da cartola a desculpa perfeita para cada ocasião e poderem explicar porque é que continuam fracassados. Perguntem a quem não está aqui hoje ou não lê os livros todos os dias, ou não aproveitam as oportunidades e adivinhem o que vão ouvir: desculpas. As pessoas de sucesso não põem desculpas. Vão e fazem o que tem de ser feito. Sabem o que querem, vão e fazem. Nunca usam desculpas para não fazer ou explicações sobre porque é que não fizeram. Não há desculpas, não vivam de desculpas. “porque é que não leste este livro?” e aí vem a desculpa. “Porque é que não foste àquela formação?”- nova desculpa. “Porque é que andas a adiar as tuas decisões?” mais uma. Há sempre uma desculpa perfeita: “o marido, os filhos, a esposa, o gato que não tem quem cuide dele... “etc. São óptimas desculpas! E funcionam! Realmente não podes fazer nada do que deve ser feito, incluindo mudar de vida e ganhar dinheiro sério. Toma nota: Quem tem desculpas não tem dinheiro. Os fracassados têm sempre todas as respostas, mas não têm dinheiro. Eles até já sabem porque é que o universo funciona, como funciona, eles sabem tudo mas não têm resultados.
Dizem os livros: “se és tão inteligente, então porque é que és pobre?”. É que “riqueza não é uma questão de inteligência”. “Riqueza é questão de informação”. A inteligência é somente a habilidade de entender as coisas rapida e correctamente, mas por si só não compensa a falta de informação, embora a informação compense a falta de inteligência. Entendes? Uma pessoa inteligente vem aqui, explicas-lhe como funciona este computador e ele começa a usá-lo imediatamente. Certo? Ele é inteligente e recebeu a informação. Se ele fosse somente inteligente mas ninguém lhe explicasse como funciona o que faria ele? Nada. Agora vem aqui um tontinho, que não é muito inteligente e precisa que lhe expliquem dez vezes. Mas na décima ele entende e pode vir a fazer um trabalho tão bom ou melhor que o inteligente.
O problema é quando alguém se acha inteligente. Eu era um desses “eu sou super inteligente”. Então o que é que irá aprender se acha que sabe tudo? É que é fácil confundir níveis de informação com níveis de inteligência. Isso é errado. Podes até ter um nível de inteligência baixo, mas se tiveres muita informação fazes tudo bem feito e terás um enorme sucesso. Também podes ter um nível de inteligência muito alto mas sem informação certa tornar-te-ás um fracassado. Entender o problema “riqueza-pobreza” requer inteligência. Mas para o resolver é necessária informação adequada, a receita, como uma receita de culinária. Não adianta dizer: “pesquisa a ver se encontras a informação certa por ti próprio” e vou dizer porquê: se não tens a informação correcta na tua mente, onde irás tu procurar a solução?

Rui Gabriel
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Aceitação de ti mesmo

Tens de aceitar a tua própria história. “Estou a ir para onde? Onde é que eu errei?” Tens de aceitar estes erros e aceitar também o que funcionou.
1- De onde vem a informação sobre ti próprio? Da tua própria experiência, da tua própria vida. Os gregos diziam: “Conhece-te a ti mesmo”. És impontual? “Quem? Eu? Não, isso não é verdade!” Em vez disso, talvez sejas mesmo impontual e deves dizer com sinceridade: “Sim, sou impontual.” Acordas tarde? “Sim, é verdade, eu acordo tarde. Mas agora que eu percebi esses erros, vou corrigi-los!”. Olha, estás gordo! “Eu? Gordo? Não! Eu não!”. Não deves fazer isto. O peso em excesso não é uma questão de opinião. Pesa-te e admite se tiveres peso a mais e corrige. Tens de saber quanto medes, de estás gordo ou magro, se a tua aparência é boa ou não. Isto são coisas que tens de saber porque deste conhecimento e aceitação partem as correcções que tiveres de fazer. 
És pobre? “Eu? Não! Tenho andado um bocado atrapalhado, mas pobre? Não!”. “Fracassado eu? Não! Não me considero fracassado!”. Sabes o que é melhor? Que te consideres fracassado, e pobre. Eu tive de aceitar isso antes de poder mudar! Eu morava onde moravam os fracassados, o meu carro era como os carros dos fracassados, comia onde comem os fracassados, a minha conta bancária era igual às dos fracassados, a minha aparência era a de um fracassado, a minha mentalidade era a de um fracassado. Eu tive de aceitar tudo isto. E uma vez que descobres e aceitas tudo isto o que acontece? Tens a possibilidade de dizer: “eu vou tornar-me uma pessoa de sucesso! Eu mereço estar aí. Mereço chegar lá e vou conseguir! O que é que tenho de fazer?” Com esta pergunta começa o teu caminho. “ok eu sou gordo.” Óptimo, agora vamos ver como é que podes ficar magro. “sim, é verdade, eu não tomo banho todos os dias e isso está a prejudicar o meu negócio. Já não tenho clientes porque o meu cheiro não é agradável.” “Sim, é verdade, mas tudo isso vai mudar. Eu arranjo desculpas para não participar nas reuniões de aprendizagem e penso que engano o meu patrocinador, penso que ele acredita no meu pretexto, mas a única pesoa que se prejudica sou eu mesmo. Vou parar com isto, vou levar a minha vida a sério”. 
Uma vez que tenhas percebido os erros tomas a decisão de mudar o que for necessário para corrigires a tua situação. Nota bem: “Mudar Tudo o Que For Preciso”. Sabem que há pessoas que perguntam a mesma coisa que explicam os livros, nos blogs e nos audios e videos de treino. E eu pergunto “não estudaste o material?” e elas respondem “eu sim!” Que estranho, se estivesses comprometido a fazer tudo o que é preciso fazer, saberias as respostas ao que estás a perguntar! “Não estiveste no curso este fim de semana?” “Sim, estive!” Mas que estranho! e daí talvez não tenhas estado, ou tenhas estado distraído.Não é assim? “Mudar Tudo o Que For Preciso” significa aceitar o que és e o que fazes, ser honesto contigo mesmo e a seguir tomar providências para mudar as coisas. 


Rui Gabriel
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

És normal ou anormal?

Como é possível orientar as velas de forma diferente da maioria? O vento da pobreza diz que toda a gente deveria ser pobre mas algumas pessoas orientaram a vela da sua filosofia pessoal de forma diferente e disseram: “não, com este vento eu fico rico”. 
A maioria diz que é impossível não se deixar arrastar pelo vento, é ele é que leva as nossas vidas. Então é levada pelo vento da doença, dos preços altos, do fracasso. E o que é verdade é que estes ventos sopram na mesma direcção para todos, mas se souberes como orientar a tua vela podes viajar em direcção contrária à do vento, não importa o que diz a maioria, ela anda falida e doente de qualquer maneira! O vento pode soprar na direcção que quiser e tu também podes andar na direcção que quiseres. Isto é verdadeiro poder. É ter realmente o destino nas mãos. A forma como orientas a tua vela chama-se a tua filosofia pessoal, o teu sistema de avaliação, composto pelos livros que leste, os audio e videos que ouviste e viste, pelos cursos que frequentaste, pelas pessoas de quem copiaste. Se pensares um pouco, o vento da ignorância sopra na mesma direcção, o vento das críticas também. Este é forte, o vento das críticas. Quantas pessoas já foram afogadas pelas críticas! Criticam a minha forma de trabalhar? Sim. Criticam o meu uso da tecnologia? Também. Criticam o tamanho do meu escritório ou o meu carro topo de gama? Sim. E depois? Eu não tenho de ser levado pelo vento. Anota aí: tu não tens de te deixar levar pelo vento. 
O estranho deste vento, é que ele nunca irá soprar na direcção para onde vais. Isto é uma meteorologia estranha. Ele nunca soprará favorável, a não ser que te dirijas para o fracasso. O vento sopra sempre da riqueza para a pobreza. Não sopra nunca da pobreza para a riqueza. Por isso Jim Rohn diz: “riqueza é afastar-se da pobreza normal”. Reparam? “normal”. Por isso ser rico é o quê? “Anormal!” o vento sopra sempre na direcção da ignorância normal, da doença normal. O que é que há mais? Pessoas saudáveis ou pessoas doentes? Não é normal ficar doente aos 50? Aquele diz: “eu tenho 60 anos e sou doente” e todos dizem o quê? “ah isso é normal!” Agora... se tens 70 anos e estás saudável, isso é o quê? Anormal! 
A pobreza é normal, ser negativo é normal. A escuridão é normal, gerar luz é que representa energia e esta não é eterna precisa de fazer um esforço permanente para vencer a escuridão. Porquê porque o escuro é que é normal. O vento da escuridão está sempre a soprar. A escuridão gasta quanta energia? Nenhuma. A negatividade gasta quanta energia? Nenhuma. Está aí à coca, à espera que nós baixemos a guarda. 
Sabem o que aconteceria se não houvesse sol? Tudo estaria congelado e tudo morreria. O universo tem o frio normal e encontrar calor é anormal, requer esforço e trabalho. Por isso o sucesso não é normal. Os ventos das críticas, dos inimigos, do desemprego, dos salários baixos, das necessidades sopram todos na mesma direcção, assim como o vento da falta de apoio, empresas fechadas, pessoal mandado embora, tudo isto vai na mesma direcção. 
Então como é possível em 2 anos, 5 anos ou 10 anos conseguires ficar completamente imune à direcção do vento? Corrigindo a tua filosofia. Orienta a tua vela numa direcção diferente. Isso foi o que eu fiz. Eu disse: “esse homem tem razão! É verdade toda a gente anda ao sabor do vento! Mas eu quero ir numa direcção diferente”.
Como é que orientas a tua vela? Começa por ler os livros, a fazer os cursos, a ouvir os audios e a ver o videos, até que lentamente começas a ir no sentido oposto ao do vento normal. Vês toda a gente a ir a direcção contrária e dizes: “Hei! Vocês estão a ir na direcção errada!” e eles dizem: “Não! Tu é que vais errado!” “Está bem, daqui a pouco vamos ver quem está errado”.
O que é que vocês pensam que eles dizem quando eles estão na praia e vocês estão num curso ao fim de semana? Pensam: “mas são malucos, ali fechados numa reunião! Numa crise destas e dizem que querem ganhar um milhão de euros”. Por falar nisso, todos vocês deveriam ter a meta de ganhar um milhão de euros. O vosso primeiro milhão! Há um livro que se chama “O Meu Primeiro Milhão” e aí está escrito que 40 pessoas atingem essa meta todos os dias. 40 todos os dias! A pergunta é “quando é que vais ser um desses 40? Não seria uma pena algum de vocês não chegar lá?

Rui Gabriel
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Aprende a Orientar as Velas

Há pessoas que eu encontro e digo:
- “Hei, vamos por-nos em acção!” e eles respondem:
-“Não. É que eu já estou quase na reforma do meu emprego, só me faltam alguns anos.”
- “A tua reforma? Quanto vale? 1000? E ficar rico vale quanto? Só vale 1? É incrível! Mas quantos anos faltam para chegares à reforma?”
- “Mmm... faltam 10 anos.”
- “Como? Se trabalhasses comigo, com o sistema certo como o que eu tenho, atrás do sucesso durante 10 anos, semana após semana, chegarias a ganhar, como mínimo uns 10 mil euros por mês. Quanto vai ser a tua reforma?”
- “400 Euros por mês”.
Como é que alguém pode ter valores financeiros tão errados? Há pessoas que não se querem juntar ao nosso multinível porque estão para se reformar. Faltam 3, 4 ou 5 anos para a reforma. Possivelmente conseguiriam mais rendimentos nestes 4 ou 5  anos que em 40 anos de trabalho como empregados numa empresa qualquer.
Todos temos a nossa filosofia. Todos temos as nossas ideias em relação às coisas. Todos temos isso. Por exemplo, o que é que pensam do governo não será igual ao que eu penso a esse respeito. E o que pensam a respeito da crise... nao acham que será diferente do que eu penso a respeito da crise? E o que vocês pensam a respeito do sucesso... não será diferente do que eu penso a esse respeito? Ou o que pensam dos títulos universitários, da riqueza ou da reforma, e o que eu penso desses assuntos.
Eu digo:
- “Vamos lá, vamos por-nos em acção!” e tu dizes:
- “Não porque eu estou quase a acabar a faculdade”
- “Quantos anos te faltam?”
- “já só faltam 3 anos”, respondes tu.
- “Três anos? Sabes quanto dinheiro poderias ganhar em 3 anos?”
- “ Sim... mas o dinheiro não é o mais importante”
Está bom. Sistemas de avaliação diferentes. O que pensas da sociedade, do sucesso, ou de outras coisas é muito importante. Não achas que isso influencia o teu futuro? 
Em todo o caso, estudaste nas mesmas escolas dos teus amigos, leste os mesmo livros... e agora talvez penses de maneira diferente e isso faz-te tomar decisões diferentes e isso faz-te tomar atitudes e acções diferentes. Em pouco tempo tens pouco em comum com o teu amigo de infância. A prova disso é esta: quantos dos teus amigos de infância, ou colegas de trabalho, ou familiares estão neste momento a ler este artigo e a estudar o sucesso? Talvez nenhum. Mas se fores pedir opinião a qualquer deles eles actuarão como se soubessem tudo a este respeito e até querem dar-te conselhos. Mas tu é que estás a estudar, não eles.
Anota aí: “A filosofia de uma pessoa é o factor mais importante e determinante de como funciona a sua vida.” A tua própria filosofia determina como funciona a tua vida.
O sucesso é como saber posicionar uma vela num barco. O vento sopra igual para todos. Então porque é que os barcos vão em direcções diferentes? É o mesmo vento! É que alguns barcos vão na direcção do vento e outros vão noutras direcções. Realmente o que dita a direcção do barco não é o vento (isso é o que dizem os fracassados “a vida é assim... os impostos são assim... o negócio é assim... a crise é assim, etc, etc, etc.), mas a forma como orientas as velas. Realmente podes chegar onde queres, independentemente da direcção do vento. Tudo depende da tua maestria a manobrar as velas. Sabes fazer isso? Claro que não. Precisas de um guia, alguém que já o fez e que esteja disposto a ensinar-te.
Então é possível que, com o mesmo vento das circunstâncias que sopra sobre todos nós alguns de nós viajemos em direcções completamente diferentes?
Para onde sopra o vento do fracasso? Sempre de cima para baixo. O mesmo se passa com o vento da crise, da pobreza, da desvalorização. Como será possível que em tempo de crise haja pessoas a ficar ricas? Que quer isto dizer? Somente que estas pessoas orientaram as suas velas de forma diferente da maioria.

Rui Gabriel
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

É mais fácil ganhar um milhão que sobreviver com 400€ por mês

E eu não posso mudar o teu sistema de avaliação, oxalá pudesse!! Mas és tu quem tem de perceber e querer mudar. Porque é que não falas com os teus amigos todos sobre a tua oportunidade? Isso vale realmente uma fortuna, mas para ti vale zero e preferes nada dizer. E porque não lês livros para aprender mais todos os dias e porque é que não vais a todos os cursos que houver, para estares com pessoas positivas e que sabem para onde vão e te podem ajudar a desenvolveres-te como pessoa e melhorar os teus negócios? Porque para ti isso ainda vale 1 e preferes ir todos os dias para o emprego, chegar cedo e ficar até tarde, não falhar em nada e gastar o teu tempo na praia ou a ver tv ou a dormir. Porquê? Porque estas coisas para ti valem 100. Quando valerem 1 a as outras valerem 100 começarás realmente a ser bem sucedido em qualquer área da vida que te proponhas.
Para mim, ter o meu próprio negócio pesa 100 e um diploma pesa 1. Um título académico pesa 1. Dantes era ao contrário, o diploma pesava 100 e o negócio próprio pesava 1. Eu tive de corrigir estes valores. Entendem isto? Para mim já não interessam os títulos, o meu título é um milhão de euros a mais na conta bancária. Este é o meu título. É que dantes era ao contrário até que eu tive de perguntar “hei, como é que eu também fico rico?” e eles responderam “muito bem, tens de inverter os teus valores, tens de ler os livros que te ensinam o sucesso”. Por exemplo: ler o livro “Pense e Fique Rico” para mim valia 1. Se me dessem à escolha entre um livro de anestesia e o “Pense e Fique Rico” eu escolheria o livro de anestesia porque este para mim valia 100 e o “Pense e Fique Rico” valia 1. Agora é ao contrário. Dantes diziam-me: “há um congresso de anestesia e um evento com Jim Rohn”. E eu dizia, “o congresso de anestesia vale 100 e o Jim Rohn vale 1”. Agora é ao contrário. Não sei quantos cursos sobre anestesia acontecem, para mim valem 1 mas os cursos de Jim Rohn valem 100. Onde quer que aconteçam, eu tenho de ir. 
Isto é o mais importante: corrigir o teu sistema de avaliação. Porque é aqui que alguém toma o caminho errado sem perceber. Fracassa e não sabe porquê, quando afinal é tão simples: tem a balança mental um pouco desiquilibrada. Alguém lhe desiquilibrou a balança, desde o memento em que nasceu, ou então já nasceu desiquilibrado. Certifica-te que tens um sistema de avaliação correcto. Ganhar um milhão de euros vale 100, 400 euros por mês: vale zero. Mas há pessoas que dão a vida por 400 euros por mês, não é verdade? E não fazem nada para chegar a 10 mil euros por mês. Que vos parece? Eles dizem “eu não tenho tempo!” e tu respondes: “pois é, tens tempo para ser pobre, mas não tens tempo para ficares rico”. Eu não entendia quando me diziam que é mais fácil ganhar um milhão de euros que sobreviver com 400 euros por mês. Mas isto é a mais pura verdade. É mais fácil ganhar um milhão de euros por ano que tentar sobreviver com 400 euros por mês. Quanto mais dinheiro ganhas, mais tempo tens para ganhar mais dinheiro. E quanto menos dinheiro ganhas, menos tempo tens para ganhar mais dinheiro. Não é verdade? E não é um absurdo de ridículo? 500 ou 600 euros por mês absorvem todo o teu tempo, mas 1 milhão de euros por ano somente absorve uma parte do meu tempo. Que acham? Não é meio cruel? Mas a realidade é assim. 
Então se uma ideia vale 100, acordas mais cedo e vais dormir mais tarde e apaixonas-te e as coisas acontecem. A questão é: a que é que dás o valor de 100 e, dependendo disso, que tipo de coisas acontecem? Dia a dia, vais fazendo o que for importante para ti e colocando as tuas prioridades, e ao fim de algum tempo já podes saber em que direcção estás a caminhar. A do sucesso ou a outra (digo "a outra" só para não dizer de novo hoje a palavra "fracasso")

Rui Gabriel
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A balança mental

Filosofia é somente aquilo que sabes e todo o processo de como conseguiste essa informação, de onde veio. Saber de onde veio é muito importante. Imagina que a tua informação estava errada. Terias uma percepção das coisas errada também. Que aconteceria se todo o sistema de avaliação que recebeste estivesse errado? Neste momento terias muitas ideias erradas, conceitos errados e isso levar-te-ia a tomar decisões erradas, acções e reacções erradas e talvez emoções erradas. E agora tudo o que dizes e fazes está errado e diriges-te para o fracasso. E se pudesses corrigir tudo isso e passares a ter informação correcta, que te daria uma percepção correcta e que te proporcionaria um sistema de avaliação correcto? E isso iria levar-te para onde? Levar-te-ia a tomar decisões correctas e a agir de forma correcta. Que aconteceria, eu digo-te: mudaria a tua vida.
E esta informação correcta vem de onde? Obviamente veio da escola, das opiniões dos teus professores, e colegas, da tua casa, dos teus pais, dos teus irmãos, dos vizinhos, dos colegas de trabalho, dos sócios, da televisão ou rádio jornais e revistas. Tudo isto é informação e faz parte da tua própria filosofia. Temos uma grande quantidade de fontes de informação. E com estas informações construiste o teu sistema de avaliação. E este sistema de avaliação veio de onde? Do mesmo lugar: a alguém ouviste dizer que esta sala é grande e repetiste “esta sala é grande”, ou de alguém ouviste dizer “que trânsito horrível” e percebeste de repente que “o trânsito está horrível”. E se alguém diz “isto é o pior” tu também colocas a etiqueta de “pior”, principalmente se estas opiniões vêm de alguém que admiras. Se alguém que admiras diz “esta é uma óptima pasta de dentes” então vais comprá-la porque é o quê? “óptima!”. É assim ou não? Se uma ideia chega até nós ou ouvimos uma opinião de alguém, o que é que nós fazemos? Colocamo-la na nossa balança mental para a pesar. Vamos supor que essa balança mental tem valores de 1 ao 100. Se colocas lá uma informação que pesa 1, então não tens de fazer nada a respeito dela... só vale 1! Mas se essa ideia pesa 100 então ela é muito importante e começarás imediatamente a dedicar-te a ela e a colocá-la em prática porque ela é muito valiosa. 
Aqui está a diferença entre as pessoas. As pessoas de sucesso têm um sistema de avaliação totalmente diferente do das pessoas fracassadas, ou seja, as coisas ou ideias que para as pessoas bem sucedidas pesam 100 para os fracassados pesam 1, e as coisas ou ideias que para as pessoas de sucesso valem 1, valem 100 para os fracassados. E, se quiseres ter sucesso, é aqui que tens de corrigir. Tens de saber como encaram as coisas as pessoas que conquistaram o que eu quero conquistar. Como avaliam eles isto, e aquilo, e aqueloutro. E quase seria preciso ires com algum deles e veres como actuam e perguntares como pensam em todas as áreas e aspectos da vida. Como vêm eles o exercício físico? Como entendem a política. Que pensam sobre os rendimentos, as horas de trabalho, etc. Isto seria bom para te ajudar a ter um sistema de avaliação como o das pessoas que têm sucesso. Se alguém te dá uma ideia e tu a pesas na tua balança, e essa ideia pesa 1, o que farás? Nada. E, afinal essa ideia, para as pessoas de sucesso pesa 100. E uma pessoa de sucesso poderia dizer-te: “força, tens de entrar em acção imediatamente com essa ideia, porque vale 100!”, mas o problema é que, mesmo aconselhado por pessoas de sucesso, se o teu sistema de avaliação não está optimizado, não farás nada a esse respeito, porque para ti... vale 1, ou talvez zero. Aqui reside o problema.
Aparece-te uma oportunidade, cheia de histórias de sucesso de outras pessoas, com todas as ferramentas à disposição, falam-te do negócio, dos ganhos, dos sistemas de trabalho, tudo feito é só aproveitar. Podes ficar rico, dar uma vida de sonho à tua família, mas o que acontece? O teu sistema de avaliação está errado e não fazes nada a respeito disso, ou fazes errado, e qual é o resultado: o fracasso. Não poderás nunca ter sucesso se seguires as ideias do fracasso. 




Rui Gabriel
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Tudo se acumula

Tudo se faz a pouco e pouco. Não por impulsos e paragens, mas por uma força sustentada e continuada. Por isso não é preciso dizer: “vou deixar tudo para começar a estudar dia e noite”. Não é preciso. Só tens de fazer um bocadinho todos os dias. Todos os dias. Todos os dias. É assim que cresce a planta: um pouco de sol todos os dias, um pouco de água todos os dias. Aqui está um erro comum: As pessoas pensam que para ter sucesso têm de fazer um grande esforço. Não! É só um pouquinho todos os dias e isso é o que vocês têm de fazer. Foi assim que eu fiz a minha organização. Simplesmente fazendo reuniões todas as semanas e algumas pessoas iam embora e outras começavam a ficar. O tempo passou e eu continuei a fazê-lo uma e outra vez, uma e outra vez. Esse é o caminho para o sucesso em qualquer campo que vocês queiram. O problema é quando não têm a informação acerca do “como fazer”. Por isso falo tanto do estudo e da aprendizagem, das metas e do plano e mais estudo e mais aprendizagem. 
Dizem que a Terra foi feita em milhões de anos, a Bíblia diz em 6 dias e há quem diga que cada dia corresponde a um milhão de anos... quem sabe? O que é certo é que foi pouco a pouco, pouco a pouco, pouco a pouco que foi feito tudo. Toda a acção tem o seu efeito e a soma dos efeitos chama-se resultado. Tudo se soma, tudo se acumula. Podes acumular dívidas ou podes acumular dinheiro, podes acumular amigos ou podes acumular inimigos, acertos ou erros; podes acumular gordura, doenças ou ignorância ou sucesso ou fracasso.Tudo se acumula, como a poeira. A questão é: “o que é que queres acumular?” porque alguma coisa já estás em processo de acumular mesmo que não percebas o que é. Será dinheiro? Amigos? Sucesso? Ou estás a acumular fracasso? Acumulas trabalho ou descanso? Podes acumular seja o que for, a questão está em saber o que é que queres acumular. Para isso, somas os resultados e ficas a saber se foi sucesso ou fracasso, mas toma atenção: são extremos do mesmo caminho, o esforço é o mesmo caminhando para um lado ou para o outro. Se eu quero construir uma organização eu tenho de fazer reuniões todos os dias. Não quero grupo, então não faço reuniões todos os dias. Hoje é terça feira: o que é que fizeste? “ah, nada.” Óptimo, o teu sucesso em não teres sucesso vai ser incrível. Podes acumular pontos ou acumular nada. O vazio também se acumula. Acreditam nisto? 
Bem, com tudo o que foi dito espero que tenham mais claro os processos de como funcionamos. E tendo isto mais claro podemos passar ao passo seguinte.


Rui Gabriel
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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sistema de Avaliação II

Tens uma espécie de duas gavetas na mente, dentro das quais colocas as coisas que vais percebendo. Uma onde colocas o que não é importante, o que te ensinaram que não era importante e outra onde colocas o que te disseram que é importante. E provavelmente uma série dela intermédias para graus de importância distintos. E também tena uma gaveta que não é importante nem deixa de o ser: é neutra. Desta forma, o problema não é se fumar é bom ou é mau. O problema é quando “fumar não é mau”. “Também não é bom... mas não é mau” e assim avaliamos as coisas: nem branco nem preto, nem bom nem mau. Isso é mentalmente muito confortável porque não nos “obriga” a tomar atitudes. Outras vezes colocamos coisas na gaveta do “importante” e outras na gaveta do “não importante”. Vocês estão a ler isto porque provavelmente colocaram aqui a etiqueta “importante”. Outros não estão porque colocaram a etiqueta “não importante”. Olha que interessante! 

Controlar o peso. Há pessoas que colocaram a etiqueta “importante” e outros colocaram a etiqueta “não importante”. Cuidar da pele. Há pessoas que não cuidam porque colocaram a etiqueta “não importante” e outros colocaram a etiqueta “super importante” e por isso a cuidam muito. Ler livros. Há pessoas que não lêem porque colocaram a etiqueta de quê? “Não importante”! e outros colocaram a etiqueta de “sim, isso é muito importante”. 

Então o que é que vocês vão fazer durante um dia? Tudo aquilo que for quê? Importante! Ninguém diz: “hoje eu vou fazer tudo o que não é importante”. Ninguém. O problema é quando o teu sistema de etiquetagem está ao contrário. Quando colocas “importante” naquilo que não é importante e “não importante” naquilo que é muito importante. Por exemplo: talvez tenhas colocado “exercício físico” na gaveta do “não importante” (é claro que sabes que é importante, mas não o suficiente para te dispores realmente a fazer exercício fisico). Satisfação no trabalho: “importante”. “Ganhar dinheiro”: “não importante”. É assim. 

E porque é que farias isto? Porque um dia alguém te disse “meu filho, o dinheiro não é importante, as satisfações são mais importantes que o dinheiro”. Então procuras o quê?

Disseram-te: “o amor é mais importante que o dinheiro” e pode ser que seja verdade, o problema é que quando entras na área da economia, o amor não te ajuda muito. O dinheiro até pode nao ajudar ao amor, mas a falta dele de certeza acaba por perjudicá-lo. 

Então é assim: classificas todas as coisas numa lista interminável: fácil, difícil, impossível, agradável, grande, pequeno, pode ser, não pode ser.... tudo isto é o quê? Etiquetas que colocamos nas coisas e cada pessoa tem o seu próprio sistema de rotulagem. 

Vou-vos dizer uma coisa: as pessoas de sucesso têm, em relação ao dinheiro, a mesma etiqueta: “importante” e as pessoas fracassadas, no que respeita ao dinheiro, têm também a mesma etiqueta= “não importante”. Entendem? Então onde está o segredo? Se quiseres ser uma pessoa de sucesso tens de criar um sistema de rotulagem semelhante ao que tem uma pessoa de sucesso. Se quiseres ser um fracassado, é muito simples, adopta o sistema de avaliação de um fracassado. 

“Verdade”, “Mentira”, são somente etiquetas que alguém nos ensinou a colocar. “É bom”, “é mau” ou “não é bom nem mau”. São somente rótulos. E ”concordar” é somente verificar que o nosso sistema de avaliação está de acordo com o de outra pessoa. Não é assim? Assim criam-se também os conflitos: “olha que bom!”, “Olha que bom? Estás maluco!” e assim se criam os colflitos. A lista de avaliações é interminável: “perto”, “longe”, “suficiente”, “não suficiente”, etc. 

Como é que acumulaste estas etiquetas no teu sistema de avaliação? O que fazes com ele? 


Rui Gabriel
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Metas e Atitude

Eu atrevo-me a dizer: “se vocês estivessem em contacto comigo todos os dias, ficariam ricos”. Imaginem o meu atrevimento!! Mas é verdade. A minha atitude nunca muda. Vocês nunca irão dizer de mim: “coitado, ele hoje está deprimido...”. Não, eu não tenho esse problema. Eu não tenho esse problema! “Ai, hoje não vou tratar deste assunto porque estou deprimido”, “não faço aquela chamada, não compro aquele livro, não faço aquela tarefa... porque estou deprimido”. Não, isso não acontece comigo, eu estou sempre cheio de entusiasmo. E esse entusiasmo vem de onde? Da visão que eu tenho do futuro. É incrível a missão que tenho diante de mim. Eu nunca irei parar de trabalhar, não posso. Eu tenho a minha meta clara. 

Tenham as vossas metas claras: o que é que querem ter, onde querem chegar, e, mais importante: porque é que querem fazer isso? Qual o vosso “Porquê”? É possível mudar! Sabem o que dizem os fracassados? “Não é possível mudar... eu sou assim...”. As pessoas de sucesso dizem: “Claro que é possível mudar” e muitas delas fizeram-no. Os fracassados dizem: “as pessoas nunca mudam”. E os de sucesso dizem: “claro que mudam, mudam todos os dias... se quiserem!”. Se tiverem o desejo de mudar irão mudar. Mas isso não acontecerá a menos que queiram. Ninguém pode obrigar ninguém a mudar! Eu não posso fazer com que vocês mudem... que bom se eu pudesse! Mas eu não posso. Isso cabe a cada um. Acreditem nos livros, mesmo que nem tudo o que dizem os livros seja verdade. Acreditem neles, e também nos audios, nos conselhos, mesmo que se diga que “os conselhos se fossem bons, vendiam-se, não se davam”. Eu acho que não é assim porque quem quer aprender tem de dar e receber conselhos. Se o meu computador avariar eu vou-me aconselhar com quem? Com a minha vizinha dona de casa que não sabe o que é um teclado, ou com o profissional de informática? Então é isso, escolham quem provou ser capaz de dar bons conselhos e acreditem neles.

 O caminho do sucesso é exactamente igual a qualquer outra disciplina científica. Há soluções e ferramentas já calculadas e inventadas. Não é como o meu amigo que tem um problema: não sabe se é baixinho ou não: só tem de agarrar numa fita métrica e medir. Já existem as tabelas prontas que dizem: “abaixo da média”, “na média”, “acima da média”. É só verificar a altura e comparar. Entendem isto? 

No sucesso também já estão as tabelas feitas, mas muitas pessoas não sabem e colocam as etiquetas que muito bem entendem (como se o meu amigo de 1,54m colocasse a si próprio uma etiqueta a dizer: “gigante”). Têm de ter a mente bem programada. Tudo o que a mente concebe pode tornar-se realidade e tudo o que os seres humanos têm conseguido primeiro foi concebido e desenhado mentalmente. Um prédio foi primeiro desenhado mentalmente. O sucesso primeiro tem de ser desenhado mentalmente. O problema é quando um arquitecto aplica este princípio muito bem na sua arquitectura, o engenheiro na sua engenharia, um pintor na sua pintura e nenhum deles o aplica na sua vida. Não fazem os traços dos seus futuros. Sempre lhes disseram que nisso não se deve pensar. “Não penses, meu filho, em quanto irás ganhar nem perguntes isso a um adulto: é falta de educação”. Imaginem!! E depois somos obrigados a viver num mundo em que temos de consumir todos os dias, precisamos de dinheiro todos os dias e dizem-nos que não devemos pensar nisso! 

“Pensa na salvação da tua alma, meu filho.” Sim, mas isso vem depois! É que agora eu tenho de comer! “Isso não importa, filho”. O que é que vocês acham disto? Não é estranho? 


Rui Gabriel

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Escolhe o teu Guia

Realmente é muito fácil fazer uma escolha acertada: acreditem em quem conquistou mais que vocês, dentro daquilo que vocês procuram. É aquele que tem os resultados? Então ele é quem sabe. Ele sabe! 

Mas é aqui que a maioria das pessoas ficam perdidas: tentam construir o seu sonho, e em vez de aprenderem com quem já o realizou, tentam inventar o seu próprio método. Perdem tempo, energia, e ganham em desilusão e cansaço. É como se eu dissesse: “para quê comprar este computador? Eu vou tentar fazer um igual” e depois, passar por todo o processo para ver se sou capaz de fabricar um a partir do zero. Não seria mais fácil, agarrar num computador já feito e copiar? A ciência faz isto muito bem, por isso tem avançado de maneira tão prodigiosa. Nunca existiram tantos cientistas ao mesmo tempo como existem actualmente. Antigamente, aparecia um hoje e duzentos anos depois aparecia outro que pegava nas suas anotações e trabalhava em cima disso. Nessa altura crescíamos de século a século, hoje crescemos de semana a semana. Porque é que é assim na ciência? Porque eles não dizem: “Esqueçam Einstein e vamos fazer tudo de novo”, não. Eles dizem: “Vamos ver onde ele ficou e daí eu continuo”. Assim deveria ser o sucesso. Mas as pessoas não aprenderam esta lei do sucesso. Aliás, os fracassados tem como que ódio dos bem sucedidos. Em vez de dizerem: “vocês são os professores que têm que nos ensinar” eles preferem criticá-los, inventar defeitos e não os escutar. 

Prestem atenção a isto: algum de vocês quer realmente aprender? Estão sedentos por aprender? Se saissem daqui só com a ideia de que é preciso serem humildes e aprenderem o máximo que puderem, só por isso, a vossa vida já iria melhorar. Acreditem que podem ter um futuro melhor. E muito desse sucesso depende da visão que vocês possam ter do próprio futuro. 

Será que conseguem ver-se na casa dos vossos sonhos, a guiar aquele carro, junto com aquela pessoa, a fazer aquelas viagens? Ou não conseguem visualizar e acreditar o suficiente para que consigam imaginar-se nessas circunstâncias? Eu, em 1991 atrevi-me a afirmar “eu vou fazer que o meu rendimento se multiplique por três. Vocês vão ver-me chegar a 9 mil € e depois a 12 mil € por mês. É um grande atrevimento afirmar uma coisa destas, certo? Mas é assim que as coisas começam a acontecer: quando vocês dão para o vosso subconsciente as ordens suficientes. 

Querem saber uma coisa acerca da mente? 

Rui Gabriel
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domingo, 14 de setembro de 2008

Copiadores

É disso que estamos a falar aqui: como é que se podem tornar os melhores copiadores. Copiadores do sucesso, digo eu, porque acabamos também por copiar outras coisas. E essas, ninguém tem de nos ensinar: as coisas ruins parecem copiar-se de forma automática. Se nas vossas cabeças só andam coisas negativas, acabarão por só ver o negativo. Negativo é o único que vêem e o único que captam.

A mente é como uma antena que capta. Há pessoas que dizem que nada acontece por acaso: tudo o que acontece é por uma relação Causa-Efeito. Uma coisa que alguém encontrou não foi por acaso. Já a estava procurando mentalmente e foi-lhe apresentada. Quase a atraiu de forma mental. Não sei se lá leram “Pense e Fique Rico”, ali fala-se muito da auto-sugestão para atrair as coisas que procuram: Não leram aquele anúncio por acaso: ali estava o que precisavam. E este sistema funciona tão bem que é como algo acima de nós que coloca à nossa frente aquilo que procuramos. 

Outro problema é quando alguém não está preparado. Há pessoas que vão a reuniões, escutam tudo, mas ainda não estão preparados, não têm nem a informação nem a experiência para captar aquilo. É preciso foco constante e treino contínuo para começar a atrair as coisas que vocês precisam: a casa, o carro, a conta bancária, o estilo de vida, os amigos... têm de atrair um meio. Aquela pessoa que tem as respostas que andam à procura pode chegar ou pode nunca aparecer... ou talvez surja e não o reconheçam. A chave chama-se programação mental. Por isso chamei a este programa “Mentalidade”. E vão aprender como pôr essa máquina a funcionar. 

Agora a função de vocês aqui seria qual? Ter o desejo de aprender sobre essa coisa chamada sucesso? Talvez. E talvez por isso vocês estejam aqui hoje, não sei... Olha que interessante: uns souberam deste blog estão a lê-lo e outros nem souberam que ele existia. Talvez quem esteja aqui esteja a caminho de mudar a vida... não sei. Um dos grandes segredos é aprender. Jim Rohn diz que a vida é valiosa se vocês aprenderem. Há muito pouca diferença entre os surdos, que mesmo que queiram ouvir não podem e os que podem ouvir mas não querem. Nenhum deles aprende, o resultado é o mesmo. O importante é que vocês queiram aprender. 

Muitas pessoas pensam que é com muita motivação, dizendo “sim, vais conseguir” que se fica rico já amanhã. Não é verdade, é um processo. Eu posso dizer-lhes, realmente, onde eu aprendi como mudar a minha vida e, não só aprendi como realmente a modifiquei, foi com umas gravações de Jim Rohn que se chamam “Challenge to Succeed”, em português “O Desafio do Sucesso”. Isto foi o que mudou a minha vida. Não foi entrar neste negócio, não foi ter estes produtos, não foi o plano de marketing. Não foi isto. O que mudou a minha vida realmente foi tudo isso mais as gravações. E talvez não as tenha encontrado por acaso, eu precisava delas naquele momento exacto. Estava no meu momento. Vou-vos dizer porque é que eu penso assim: porque eu tenho dado estas gravações a outras pessoas que talvez não estejam no seu momento e não faz diferença nenhuma nas suas vidas: continuam exactamente na mesma. Eu a partir do momento em que as ouvi comecei a fazer mudanças de 180 graus. Totais. E não vou dizer que a mudança terminou, não! O processo continua. Como? Veremos.

Rui Gabriel

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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O que é o Sucesso?

O que eu acho é que vocês precisam entender muito bem o que é o sucesso antes de poderem conquistá-lo. Foi isso que aconteceu comigo: antes de poder ter sucesso, primeiro tive de entender o que isso era. Uma vez que vocês entenderem, poderão encaminhar-se nessa direcção. Aí esta a diferença entre quem tem sucesso e quem não tem. Então, uma das coisas que precisam de fazer, como nós fizemos, é estudar essa coisa chamada sucesso porque de outra maneira nunca o atingirão. Não é como andar por aí a passear e quando se apercebem, estão a colocar uma bandeira no topo de uma montanha. Não, isso não funciona assim. O sucesso é uma coisa difícil, algo que acontece a longo prazo e por isso é preciso ter bem claro em que direcção vocês caminham. 

Não sei se já leram aquele livro chamado “O Rinoceronte” que diz que o sucesso é como um animal que está no meio da selva e que conseguem sentir, ouvir, cheirar e estão quase a ver, mas no último segundo ele foge. Vocês sabem que ele anda por aí, contudo se vocês nunca o viram, se não sabem como ele é, qual a sua aparência, nunca o vão achar. O mesmo acontece com o sucesso. 

Eu produzi esta informação em 21 de Abril de 1991. Naquele tempo o meu rendimento estava como uma bola de básquete: subia e descia. E isso estava a acontecer com toda a gente que trabalhava na Herbalife e se vocês não tomam o controlo desde o princípio, isso vai acontecer com vocês também até que vocês saibam exactamente o que tem de fazer e comecem a corrigir o que tem de ser corrigido. Têm de corrigir especialmente o que está dentro de vocês pois não vai corrigir o que está fora sem ter corrigido o que está dentro. 

A maioria das pessoas procura a origem dos problemas lá fora; no governo, no país, na crise, nos familiares, ou talvez em Deus que não quer que tenham sucesso. E perguntam vocês: Porque será que não tenho sucesso? E continuam à procura de uma resposta fora. Mas o problema não é externo! Não está lá fora! Há uma frase que poderão recordar que diz assim: 

“Se as coisas vão mal fora... então alguma coisa está errada dentro”. 

Não procurem a causa fora... provavelmente a causa está mais perto do que imaginam. E a menos que corrijam dentro, não vão conseguir corrigir fora. Este conceito parece óbvio, mas as pessoas querem primeiro tentar mudar o de fora para que depois mude o de dentro mas o plano não funciona dessa forma. Primeiro é preciso mudar o que está dentro. Por isso eu chamei este programa: “Mentalidade” e chamei-o assim para o diferenciar um pouquinho do que Jim Rohn chama “Filosofia”, a ver se não fica muito óbvio que eu copiei estas informações. A realidade é que não há nada de errado em copiar, especialmente se com isso vocês atingirem o sucesso que procuram, e, melhor, ajudarem outros a atingir o sucesso deles. Aliás eu recomendo: 

“Observem e copiem as pessoas que tiverem mais sucesso que vocês”. 

É disso que estamos a falar aqui: como é que se podem tornar os melhores copiadores. Como? Vamos ver.

Rui Gabriel

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Introdução

Bem Vindos,
todo o conteúdo deste blog é copiado de uma apresentação ao vivo de Eduardo Salazar, personal business coach de muito sucesso mundial. Esta apresentação foi feita no México em Abril de 1991 e desde então traduzida, copiada e recopiada vezes sem conta, tal é o valor dos ensinamentos que ele em boa hora achou por bem partilhar com o mundo.

O impacto em mim é tão grande que decidi colocar por escrito as muitas horas de audio do programa, adaptando o que deve ser adaptado para ser mais facilmente compreensível  por todos.

Pessoalmente fez e está a fazer toda a diferença no meu modo de encarar a vida, e, consequentemente, nos sucessos que vou alcançando em todas as facetas da vida. Fez a diferença entre trilhar as estradas do fracasso ou mudar de paradigma e caminhar num trilho de sucesso. Se não sabes a diferença mantém-te atento aos posts que irei colocando à medida que for conseguindo colocar por escrito e rever este programa fantástico chamado MENTALIDADE.

Espero que tires tanto poveito dele como eu e toda a minha equipa.

Rui Gabriel
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