terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Será para mim?
sábado, 15 de novembro de 2008
Desculpas
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Aceitação de ti mesmo
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
És normal ou anormal?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Aprende a Orientar as Velas
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
É mais fácil ganhar um milhão que sobreviver com 400€ por mês
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A balança mental
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Tudo se acumula
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Sistema de Avaliação II
Tens uma espécie de duas gavetas na mente, dentro das quais colocas as coisas que vais percebendo. Uma onde colocas o que não é importante, o que te ensinaram que não era importante e outra onde colocas o que te disseram que é importante. E provavelmente uma série dela intermédias para graus de importância distintos. E também tena uma gaveta que não é importante nem deixa de o ser: é neutra. Desta forma, o problema não é se fumar é bom ou é mau. O problema é quando “fumar não é mau”. “Também não é bom... mas não é mau” e assim avaliamos as coisas: nem branco nem preto, nem bom nem mau. Isso é mentalmente muito confortável porque não nos “obriga” a tomar atitudes. Outras vezes colocamos coisas na gaveta do “importante” e outras na gaveta do “não importante”. Vocês estão a ler isto porque provavelmente colocaram aqui a etiqueta “importante”. Outros não estão porque colocaram a etiqueta “não importante”. Olha que interessante!
Controlar o peso. Há pessoas que colocaram a etiqueta “importante” e outros colocaram a etiqueta “não importante”. Cuidar da pele. Há pessoas que não cuidam porque colocaram a etiqueta “não importante” e outros colocaram a etiqueta “super importante” e por isso a cuidam muito. Ler livros. Há pessoas que não lêem porque colocaram a etiqueta de quê? “Não importante”! e outros colocaram a etiqueta de “sim, isso é muito importante”.
Então o que é que vocês vão fazer durante um dia? Tudo aquilo que for quê? Importante! Ninguém diz: “hoje eu vou fazer tudo o que não é importante”. Ninguém. O problema é quando o teu sistema de etiquetagem está ao contrário. Quando colocas “importante” naquilo que não é importante e “não importante” naquilo que é muito importante. Por exemplo: talvez tenhas colocado “exercício físico” na gaveta do “não importante” (é claro que sabes que é importante, mas não o suficiente para te dispores realmente a fazer exercício fisico). Satisfação no trabalho: “importante”. “Ganhar dinheiro”: “não importante”. É assim.
E porque é que farias isto? Porque um dia alguém te disse “meu filho, o dinheiro não é importante, as satisfações são mais importantes que o dinheiro”. Então procuras o quê?
Disseram-te: “o amor é mais importante que o dinheiro” e pode ser que seja verdade, o problema é que quando entras na área da economia, o amor não te ajuda muito. O dinheiro até pode nao ajudar ao amor, mas a falta dele de certeza acaba por perjudicá-lo.
Então é assim: classificas todas as coisas numa lista interminável: fácil, difícil, impossível, agradável, grande, pequeno, pode ser, não pode ser.... tudo isto é o quê? Etiquetas que colocamos nas coisas e cada pessoa tem o seu próprio sistema de rotulagem.
Vou-vos dizer uma coisa: as pessoas de sucesso têm, em relação ao dinheiro, a mesma etiqueta: “importante” e as pessoas fracassadas, no que respeita ao dinheiro, têm também a mesma etiqueta= “não importante”. Entendem? Então onde está o segredo? Se quiseres ser uma pessoa de sucesso tens de criar um sistema de rotulagem semelhante ao que tem uma pessoa de sucesso. Se quiseres ser um fracassado, é muito simples, adopta o sistema de avaliação de um fracassado.
“Verdade”, “Mentira”, são somente etiquetas que alguém nos ensinou a colocar. “É bom”, “é mau” ou “não é bom nem mau”. São somente rótulos. E ”concordar” é somente verificar que o nosso sistema de avaliação está de acordo com o de outra pessoa. Não é assim? Assim criam-se também os conflitos: “olha que bom!”, “Olha que bom? Estás maluco!” e assim se criam os colflitos. A lista de avaliações é interminável: “perto”, “longe”, “suficiente”, “não suficiente”, etc.
Como é que acumulaste estas etiquetas no teu sistema de avaliação? O que fazes com ele?segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Metas e Atitude
Eu atrevo-me a dizer: “se vocês estivessem em contacto comigo todos os dias, ficariam ricos”. Imaginem o meu atrevimento!! Mas é verdade. A minha atitude nunca muda. Vocês nunca irão dizer de mim: “coitado, ele hoje está deprimido...”. Não, eu não tenho esse problema. Eu não tenho esse problema! “Ai, hoje não vou tratar deste assunto porque estou deprimido”, “não faço aquela chamada, não compro aquele livro, não faço aquela tarefa... porque estou deprimido”. Não, isso não acontece comigo, eu estou sempre cheio de entusiasmo. E esse entusiasmo vem de onde? Da visão que eu tenho do futuro. É incrível a missão que tenho diante de mim. Eu nunca irei parar de trabalhar, não posso. Eu tenho a minha meta clara.
Tenham as vossas metas claras: o que é que querem ter, onde querem chegar, e, mais importante: porque é que querem fazer isso? Qual o vosso “Porquê”? É possível mudar! Sabem o que dizem os fracassados? “Não é possível mudar... eu sou assim...”. As pessoas de sucesso dizem: “Claro que é possível mudar” e muitas delas fizeram-no. Os fracassados dizem: “as pessoas nunca mudam”. E os de sucesso dizem: “claro que mudam, mudam todos os dias... se quiserem!”. Se tiverem o desejo de mudar irão mudar. Mas isso não acontecerá a menos que queiram. Ninguém pode obrigar ninguém a mudar! Eu não posso fazer com que vocês mudem... que bom se eu pudesse! Mas eu não posso. Isso cabe a cada um. Acreditem nos livros, mesmo que nem tudo o que dizem os livros seja verdade. Acreditem neles, e também nos audios, nos conselhos, mesmo que se diga que “os conselhos se fossem bons, vendiam-se, não se davam”. Eu acho que não é assim porque quem quer aprender tem de dar e receber conselhos. Se o meu computador avariar eu vou-me aconselhar com quem? Com a minha vizinha dona de casa que não sabe o que é um teclado, ou com o profissional de informática? Então é isso, escolham quem provou ser capaz de dar bons conselhos e acreditem neles.
No sucesso também já estão as tabelas feitas, mas muitas pessoas não sabem e colocam as etiquetas que muito bem entendem (como se o meu amigo de 1,54m colocasse a si próprio uma etiqueta a dizer: “gigante”). Têm de ter a mente bem programada. Tudo o que a mente concebe pode tornar-se realidade e tudo o que os seres humanos têm conseguido primeiro foi concebido e desenhado mentalmente. Um prédio foi primeiro desenhado mentalmente. O sucesso primeiro tem de ser desenhado mentalmente. O problema é quando um arquitecto aplica este princípio muito bem na sua arquitectura, o engenheiro na sua engenharia, um pintor na sua pintura e nenhum deles o aplica na sua vida. Não fazem os traços dos seus futuros. Sempre lhes disseram que nisso não se deve pensar. “Não penses, meu filho, em quanto irás ganhar nem perguntes isso a um adulto: é falta de educação”. Imaginem!! E depois somos obrigados a viver num mundo em que temos de consumir todos os dias, precisamos de dinheiro todos os dias e dizem-nos que não devemos pensar nisso!
“Pensa na salvação da tua alma, meu filho.” Sim, mas isso vem depois! É que agora eu tenho de comer! “Isso não importa, filho”. O que é que vocês acham disto? Não é estranho?quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Escolhe o teu Guia
Realmente é muito fácil fazer uma escolha acertada: acreditem em quem conquistou mais que vocês, dentro daquilo que vocês procuram. É aquele que tem os resultados? Então ele é quem sabe. Ele sabe!
Mas é aqui que a maioria das pessoas ficam perdidas: tentam construir o seu sonho, e em vez de aprenderem com quem já o realizou, tentam inventar o seu próprio método. Perdem tempo, energia, e ganham em desilusão e cansaço. É como se eu dissesse: “para quê comprar este computador? Eu vou tentar fazer um igual” e depois, passar por todo o processo para ver se sou capaz de fabricar um a partir do zero. Não seria mais fácil, agarrar num computador já feito e copiar? A ciência faz isto muito bem, por isso tem avançado de maneira tão prodigiosa. Nunca existiram tantos cientistas ao mesmo tempo como existem actualmente. Antigamente, aparecia um hoje e duzentos anos depois aparecia outro que pegava nas suas anotações e trabalhava em cima disso. Nessa altura crescíamos de século a século, hoje crescemos de semana a semana. Porque é que é assim na ciência? Porque eles não dizem: “Esqueçam Einstein e vamos fazer tudo de novo”, não. Eles dizem: “Vamos ver onde ele ficou e daí eu continuo”. Assim deveria ser o sucesso. Mas as pessoas não aprenderam esta lei do sucesso. Aliás, os fracassados tem como que ódio dos bem sucedidos. Em vez de dizerem: “vocês são os professores que têm que nos ensinar” eles preferem criticá-los, inventar defeitos e não os escutar.
Prestem atenção a isto: algum de vocês quer realmente aprender? Estão sedentos por aprender? Se saissem daqui só com a ideia de que é preciso serem humildes e aprenderem o máximo que puderem, só por isso, a vossa vida já iria melhorar. Acreditem que podem ter um futuro melhor. E muito desse sucesso depende da visão que vocês possam ter do próprio futuro.
Será que conseguem ver-se na casa dos vossos sonhos, a guiar aquele carro, junto com aquela pessoa, a fazer aquelas viagens? Ou não conseguem visualizar e acreditar o suficiente para que consigam imaginar-se nessas circunstâncias? Eu, em 1991 atrevi-me a afirmar “eu vou fazer que o meu rendimento se multiplique por três. Vocês vão ver-me chegar a 9 mil € e depois a 12 mil € por mês. É um grande atrevimento afirmar uma coisa destas, certo? Mas é assim que as coisas começam a acontecer: quando vocês dão para o vosso subconsciente as ordens suficientes.
Querem saber uma coisa acerca da mente?domingo, 14 de setembro de 2008
Copiadores
É disso que estamos a falar aqui: como é que se podem tornar os melhores copiadores. Copiadores do sucesso, digo eu, porque acabamos também por copiar outras coisas. E essas, ninguém tem de nos ensinar: as coisas ruins parecem copiar-se de forma automática. Se nas vossas cabeças só andam coisas negativas, acabarão por só ver o negativo. Negativo é o único que vêem e o único que captam.
A mente é como uma antena que capta. Há pessoas que dizem que nada acontece por acaso: tudo o que acontece é por uma relação Causa-Efeito. Uma coisa que alguém encontrou não foi por acaso. Já a estava procurando mentalmente e foi-lhe apresentada. Quase a atraiu de forma mental. Não sei se lá leram “Pense e Fique Rico”, ali fala-se muito da auto-sugestão para atrair as coisas que procuram: Não leram aquele anúncio por acaso: ali estava o que precisavam. E este sistema funciona tão bem que é como algo acima de nós que coloca à nossa frente aquilo que procuramos.
Outro problema é quando alguém não está preparado. Há pessoas que vão a reuniões, escutam tudo, mas ainda não estão preparados, não têm nem a informação nem a experiência para captar aquilo. É preciso foco constante e treino contínuo para começar a atrair as coisas que vocês precisam: a casa, o carro, a conta bancária, o estilo de vida, os amigos... têm de atrair um meio. Aquela pessoa que tem as respostas que andam à procura pode chegar ou pode nunca aparecer... ou talvez surja e não o reconheçam. A chave chama-se programação mental. Por isso chamei a este programa “Mentalidade”. E vão aprender como pôr essa máquina a funcionar.
Agora a função de vocês aqui seria qual? Ter o desejo de aprender sobre essa coisa chamada sucesso? Talvez. E talvez por isso vocês estejam aqui hoje, não sei... Olha que interessante: uns souberam deste blog estão a lê-lo e outros nem souberam que ele existia. Talvez quem esteja aqui esteja a caminho de mudar a vida... não sei. Um dos grandes segredos é aprender. Jim Rohn diz que a vida é valiosa se vocês aprenderem. Há muito pouca diferença entre os surdos, que mesmo que queiram ouvir não podem e os que podem ouvir mas não querem. Nenhum deles aprende, o resultado é o mesmo. O importante é que vocês queiram aprender.
Muitas pessoas pensam que é com muita motivação, dizendo “sim, vais conseguir” que se fica rico já amanhã. Não é verdade, é um processo. Eu posso dizer-lhes, realmente, onde eu aprendi como mudar a minha vida e, não só aprendi como realmente a modifiquei, foi com umas gravações de Jim Rohn que se chamam “Challenge to Succeed”, em português “O Desafio do Sucesso”. Isto foi o que mudou a minha vida. Não foi entrar neste negócio, não foi ter estes produtos, não foi o plano de marketing. Não foi isto. O que mudou a minha vida realmente foi tudo isso mais as gravações. E talvez não as tenha encontrado por acaso, eu precisava delas naquele momento exacto. Estava no meu momento. Vou-vos dizer porque é que eu penso assim: porque eu tenho dado estas gravações a outras pessoas que talvez não estejam no seu momento e não faz diferença nenhuma nas suas vidas: continuam exactamente na mesma. Eu a partir do momento em que as ouvi comecei a fazer mudanças de 180 graus. Totais. E não vou dizer que a mudança terminou, não! O processo continua. Como? Veremos.
Rui Gabriel
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
O que é o Sucesso?
O que eu acho é que vocês precisam entender muito bem o que é o sucesso antes de poderem conquistá-lo. Foi isso que aconteceu comigo: antes de poder ter sucesso, primeiro tive de entender o que isso era. Uma vez que vocês entenderem, poderão encaminhar-se nessa direcção. Aí esta a diferença entre quem tem sucesso e quem não tem. Então, uma das coisas que precisam de fazer, como nós fizemos, é estudar essa coisa chamada sucesso porque de outra maneira nunca o atingirão. Não é como andar por aí a passear e quando se apercebem, estão a colocar uma bandeira no topo de uma montanha. Não, isso não funciona assim. O sucesso é uma coisa difícil, algo que acontece a longo prazo e por isso é preciso ter bem claro em que direcção vocês caminham.
Não sei se já leram aquele livro chamado “O Rinoceronte” que diz que o sucesso é como um animal que está no meio da selva e que conseguem sentir, ouvir, cheirar e estão quase a ver, mas no último segundo ele foge. Vocês sabem que ele anda por aí, contudo se vocês nunca o viram, se não sabem como ele é, qual a sua aparência, nunca o vão achar. O mesmo acontece com o sucesso.
Eu produzi esta informação em 21 de Abril de 1991. Naquele tempo o meu rendimento estava como uma bola de básquete: subia e descia. E isso estava a acontecer com toda a gente que trabalhava na Herbalife e se vocês não tomam o controlo desde o princípio, isso vai acontecer com vocês também até que vocês saibam exactamente o que tem de fazer e comecem a corrigir o que tem de ser corrigido. Têm de corrigir especialmente o que está dentro de vocês pois não vai corrigir o que está fora sem ter corrigido o que está dentro.
A maioria das pessoas procura a origem dos problemas lá fora; no governo, no país, na crise, nos familiares, ou talvez em Deus que não quer que tenham sucesso. E perguntam vocês: Porque será que não tenho sucesso? E continuam à procura de uma resposta fora. Mas o problema não é externo! Não está lá fora! Há uma frase que poderão recordar que diz assim:
“Se as coisas vão mal fora... então alguma coisa está errada dentro”.
Não procurem a causa fora... provavelmente a causa está mais perto do que imaginam. E a menos que corrijam dentro, não vão conseguir corrigir fora. Este conceito parece óbvio, mas as pessoas querem primeiro tentar mudar o de fora para que depois mude o de dentro mas o plano não funciona dessa forma. Primeiro é preciso mudar o que está dentro. Por isso eu chamei este programa: “Mentalidade” e chamei-o assim para o diferenciar um pouquinho do que Jim Rohn chama “Filosofia”, a ver se não fica muito óbvio que eu copiei estas informações. A realidade é que não há nada de errado em copiar, especialmente se com isso vocês atingirem o sucesso que procuram, e, melhor, ajudarem outros a atingir o sucesso deles. Aliás eu recomendo:
“Observem e copiem as pessoas que tiverem mais sucesso que vocês”.
É disso que estamos a falar aqui: como é que se podem tornar os melhores copiadores. Como? Vamos ver.