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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

É mais fácil ganhar um milhão que sobreviver com 400€ por mês

E eu não posso mudar o teu sistema de avaliação, oxalá pudesse!! Mas és tu quem tem de perceber e querer mudar. Porque é que não falas com os teus amigos todos sobre a tua oportunidade? Isso vale realmente uma fortuna, mas para ti vale zero e preferes nada dizer. E porque não lês livros para aprender mais todos os dias e porque é que não vais a todos os cursos que houver, para estares com pessoas positivas e que sabem para onde vão e te podem ajudar a desenvolveres-te como pessoa e melhorar os teus negócios? Porque para ti isso ainda vale 1 e preferes ir todos os dias para o emprego, chegar cedo e ficar até tarde, não falhar em nada e gastar o teu tempo na praia ou a ver tv ou a dormir. Porquê? Porque estas coisas para ti valem 100. Quando valerem 1 a as outras valerem 100 começarás realmente a ser bem sucedido em qualquer área da vida que te proponhas.
Para mim, ter o meu próprio negócio pesa 100 e um diploma pesa 1. Um título académico pesa 1. Dantes era ao contrário, o diploma pesava 100 e o negócio próprio pesava 1. Eu tive de corrigir estes valores. Entendem isto? Para mim já não interessam os títulos, o meu título é um milhão de euros a mais na conta bancária. Este é o meu título. É que dantes era ao contrário até que eu tive de perguntar “hei, como é que eu também fico rico?” e eles responderam “muito bem, tens de inverter os teus valores, tens de ler os livros que te ensinam o sucesso”. Por exemplo: ler o livro “Pense e Fique Rico” para mim valia 1. Se me dessem à escolha entre um livro de anestesia e o “Pense e Fique Rico” eu escolheria o livro de anestesia porque este para mim valia 100 e o “Pense e Fique Rico” valia 1. Agora é ao contrário. Dantes diziam-me: “há um congresso de anestesia e um evento com Jim Rohn”. E eu dizia, “o congresso de anestesia vale 100 e o Jim Rohn vale 1”. Agora é ao contrário. Não sei quantos cursos sobre anestesia acontecem, para mim valem 1 mas os cursos de Jim Rohn valem 100. Onde quer que aconteçam, eu tenho de ir. 
Isto é o mais importante: corrigir o teu sistema de avaliação. Porque é aqui que alguém toma o caminho errado sem perceber. Fracassa e não sabe porquê, quando afinal é tão simples: tem a balança mental um pouco desiquilibrada. Alguém lhe desiquilibrou a balança, desde o memento em que nasceu, ou então já nasceu desiquilibrado. Certifica-te que tens um sistema de avaliação correcto. Ganhar um milhão de euros vale 100, 400 euros por mês: vale zero. Mas há pessoas que dão a vida por 400 euros por mês, não é verdade? E não fazem nada para chegar a 10 mil euros por mês. Que vos parece? Eles dizem “eu não tenho tempo!” e tu respondes: “pois é, tens tempo para ser pobre, mas não tens tempo para ficares rico”. Eu não entendia quando me diziam que é mais fácil ganhar um milhão de euros que sobreviver com 400 euros por mês. Mas isto é a mais pura verdade. É mais fácil ganhar um milhão de euros por ano que tentar sobreviver com 400 euros por mês. Quanto mais dinheiro ganhas, mais tempo tens para ganhar mais dinheiro. E quanto menos dinheiro ganhas, menos tempo tens para ganhar mais dinheiro. Não é verdade? E não é um absurdo de ridículo? 500 ou 600 euros por mês absorvem todo o teu tempo, mas 1 milhão de euros por ano somente absorve uma parte do meu tempo. Que acham? Não é meio cruel? Mas a realidade é assim. 
Então se uma ideia vale 100, acordas mais cedo e vais dormir mais tarde e apaixonas-te e as coisas acontecem. A questão é: a que é que dás o valor de 100 e, dependendo disso, que tipo de coisas acontecem? Dia a dia, vais fazendo o que for importante para ti e colocando as tuas prioridades, e ao fim de algum tempo já podes saber em que direcção estás a caminhar. A do sucesso ou a outra (digo "a outra" só para não dizer de novo hoje a palavra "fracasso")

Rui Gabriel
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A balança mental

Filosofia é somente aquilo que sabes e todo o processo de como conseguiste essa informação, de onde veio. Saber de onde veio é muito importante. Imagina que a tua informação estava errada. Terias uma percepção das coisas errada também. Que aconteceria se todo o sistema de avaliação que recebeste estivesse errado? Neste momento terias muitas ideias erradas, conceitos errados e isso levar-te-ia a tomar decisões erradas, acções e reacções erradas e talvez emoções erradas. E agora tudo o que dizes e fazes está errado e diriges-te para o fracasso. E se pudesses corrigir tudo isso e passares a ter informação correcta, que te daria uma percepção correcta e que te proporcionaria um sistema de avaliação correcto? E isso iria levar-te para onde? Levar-te-ia a tomar decisões correctas e a agir de forma correcta. Que aconteceria, eu digo-te: mudaria a tua vida.
E esta informação correcta vem de onde? Obviamente veio da escola, das opiniões dos teus professores, e colegas, da tua casa, dos teus pais, dos teus irmãos, dos vizinhos, dos colegas de trabalho, dos sócios, da televisão ou rádio jornais e revistas. Tudo isto é informação e faz parte da tua própria filosofia. Temos uma grande quantidade de fontes de informação. E com estas informações construiste o teu sistema de avaliação. E este sistema de avaliação veio de onde? Do mesmo lugar: a alguém ouviste dizer que esta sala é grande e repetiste “esta sala é grande”, ou de alguém ouviste dizer “que trânsito horrível” e percebeste de repente que “o trânsito está horrível”. E se alguém diz “isto é o pior” tu também colocas a etiqueta de “pior”, principalmente se estas opiniões vêm de alguém que admiras. Se alguém que admiras diz “esta é uma óptima pasta de dentes” então vais comprá-la porque é o quê? “óptima!”. É assim ou não? Se uma ideia chega até nós ou ouvimos uma opinião de alguém, o que é que nós fazemos? Colocamo-la na nossa balança mental para a pesar. Vamos supor que essa balança mental tem valores de 1 ao 100. Se colocas lá uma informação que pesa 1, então não tens de fazer nada a respeito dela... só vale 1! Mas se essa ideia pesa 100 então ela é muito importante e começarás imediatamente a dedicar-te a ela e a colocá-la em prática porque ela é muito valiosa. 
Aqui está a diferença entre as pessoas. As pessoas de sucesso têm um sistema de avaliação totalmente diferente do das pessoas fracassadas, ou seja, as coisas ou ideias que para as pessoas bem sucedidas pesam 100 para os fracassados pesam 1, e as coisas ou ideias que para as pessoas de sucesso valem 1, valem 100 para os fracassados. E, se quiseres ter sucesso, é aqui que tens de corrigir. Tens de saber como encaram as coisas as pessoas que conquistaram o que eu quero conquistar. Como avaliam eles isto, e aquilo, e aqueloutro. E quase seria preciso ires com algum deles e veres como actuam e perguntares como pensam em todas as áreas e aspectos da vida. Como vêm eles o exercício físico? Como entendem a política. Que pensam sobre os rendimentos, as horas de trabalho, etc. Isto seria bom para te ajudar a ter um sistema de avaliação como o das pessoas que têm sucesso. Se alguém te dá uma ideia e tu a pesas na tua balança, e essa ideia pesa 1, o que farás? Nada. E, afinal essa ideia, para as pessoas de sucesso pesa 100. E uma pessoa de sucesso poderia dizer-te: “força, tens de entrar em acção imediatamente com essa ideia, porque vale 100!”, mas o problema é que, mesmo aconselhado por pessoas de sucesso, se o teu sistema de avaliação não está optimizado, não farás nada a esse respeito, porque para ti... vale 1, ou talvez zero. Aqui reside o problema.
Aparece-te uma oportunidade, cheia de histórias de sucesso de outras pessoas, com todas as ferramentas à disposição, falam-te do negócio, dos ganhos, dos sistemas de trabalho, tudo feito é só aproveitar. Podes ficar rico, dar uma vida de sonho à tua família, mas o que acontece? O teu sistema de avaliação está errado e não fazes nada a respeito disso, ou fazes errado, e qual é o resultado: o fracasso. Não poderás nunca ter sucesso se seguires as ideias do fracasso. 




Rui Gabriel
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A tua filosofia

Com a tua filosofia podes corrigir tudo, qualquer erro de programação mental tu podes corrigir com a tua filosofia; qualquer erro com os teus desejos pode ser corrigido pela tua filosofia; qualquer erro com os teus gostos, por exemplo: não gostas de ler, não gostas de fazer exercício, podes corrigi-lo com a tua filosofia. Tal é o efeito que a nossa filosofia particular tem sobre a nossa vida, a nossa maneira de pensar, as nossas ideias, os nossos pensamentos.

 Antes de entrarmos neste ponto eu vou dar-vos um panorama completo acerca de como funciona a mente, para que possam entender melhor o que tenho para dizer. Estava para o fazer mais tarde, mas tarde mas talvez seja melhor fazê-lo agora. 

A base da tua filosofia é a informação que tens. É a informação que recebes. E a base da tua filosofia é a base da tua mentalidade. A mente não é mais que uma fábrica que recebe a matéria prima chamada “informação”. E a informação entra através de tudo o que percebemos através dos órgãos dos sentidos. Eles existem para transportar a informação ao cérebro. O que vemos é informação, o que escutamos é informação, o que degustamos também é informação, assim como o que tocamos e cheiramos. 

Contudo esta informação existe mesmo que vocês não a captem. As coisas simplesmente são. Simplesmente existem. Ou seja: as árvores existem, independentemente de vocês as verem ou não. A possibilidade de usar telemóveis já existia, independentemente de nós a conhecermos ou não. Eu digo isto porque muitas pessoas chamam “verdade” àquilo que conhecem e “mentira” àquilo que não conhecem. Isso não é assim. Pelo facto de tu não conheceres alguma coisa não faz dela uma mentira.... mas faz de ti um ignorante... acerca dessa coisa. Quem sabe quantas coisas existem que tu não conheces, que o Homem não conhece e que a ciência ainda não descubriu! Mas não é por isso que podemos dizer que não existem. Entendem? É que há pessoas que colocam as etiquetas “verdade” e “mentira” para as coisas, baseadas na própria sabedoria ou ignorância acerca dessas coisas. E eu não gostaria que nenhum de vocês fosse assim. 

Estamos então a falar da informação, a tal matéria prima. Mas esta informação, para poder ser útil tem de ser captada. A isto chama-se “percepção”. Receber, informação, estar acordado e receptivo. Já ouviram a expressão: “Quem não sabe é como quem não vê”? É verdade: se não souberes mais coisas... não podes ver mais, não podes aprender mais. É preciso saber para poder ver. É preciso saber para poder ouvir, sentir. Isto é a percepção. Tudo o que vemos, lemos, ouvimos, opiniões e críticas, ensinamentos, tudo aquilo que cheiramos, degustamos, e tudo o que sentimos, física, emocional ou sentimentalmente. Tudo é informação; até a chamada percepção extra-sensorial, a que não advém dos cinco órgãos dos sentidos... “ele odeia-me..:”, “ele gostou de mim...”. também se captam coisas assim... ou os espíritos! Quem sabe não andam espíritos por aí que me trarão mais negócio. Os psicólogos fazem este tipo de jogos: dão-te uma palavra e em seguida veêm o que o paciente diz. E pouco a pouco vão entendendo o que a pessoa tem dentro. Eles dizem por exemplo “Arma.” E uma pessoa poderá dizer “Segurança” enquanto outra poderá dizer “Matar”. É o que está lá dentro que se mostra cá fora. 

Por isso muitas pessoas relacionam “riqueza” com “criminalidade” e outras a relacionam com “generosidade”. Com que palavra tu a relacionas? Alguns relacionam-na com “maldade” e outros a relacionam com “bondade”. Com que é que a relacionas? Depende do que tens aí dentro. Já ouviram dizer que o leão pensa que todos são da sua condição? Isso até poderá ser verdade para ele, mas está certo ou está errado?

Rui Gabriel

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http://www.omeunegocio.com/candidatura 

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Tudo deve ser desenhado

Parece-me que há aqui alguma coisa errada. Não é estranho que a maioria da humanidade viva na pobreza e mesmo na miséria. Será que o mundo deveria ser assim? Um mundo de miséria? Vão até à índia para que vejam! Ali desvaneceu-se da minha mente tudo aquilo que diz que sim, temos de ser espirituais!! Meu Deus, que atraso incrível. O mundo não pode ser assim!! Um ser humano não deveria ter acesso a tudo? Precisar de livros e ter acesso aos livros? Precisar de comida e ter acesso à comida? Precisar de viajar e ter possibilidade de viajar, de avião se for preciso? Não deveria ser assim? Mas a realidade é que não é assim. Há alguma coisa errada no sistema que faz com que aparentemente somente algumas pessoas priveligiadas possamos ter acesso a tudo isto: a comida boa, uma casa limpa, um carro bom. Estas coisas não deveriam ser para a maioria? 

Então o que é que vocês querem desenhar para o futuro? Como vai ser o vosso sucesso? A que nível vão chegar? A vossa saúde, a vossa conta bancária, onde vão querer chegar; vão querer jogar na primeira liga ou na divisão de honra? É que parece que estamos todos num jogo em que recebemos algumas notas de papel para ver como vamos trocá-las. Trocamo-las por algumas coisas e ficamos sem elas. Continuamos a assistir ao jogo mas não podemos continuar a jogar. É assim ou não? Vocês têm de desenhar a vossa conta bancária! Têm de desenhar o vosso estilo de vida! Têm de desenhar como vão ser as vossas familias! As amizades têm de ser desenhadas! O vosso negócio tem de ser desenhado! Como é que querem que seja? Aliás, até as circunstâncias podem e devem ser desenhadas. As pessoas de sucesso criam as suas próprias circunstâncias. As pessoas fracassadas somente encontram um conjunto de circunstâncias já desenhado. Ou seja: tudo tem de ser desenhado. Tudo. Cada dia têm de o ter já desenhado antes de o iniciarem, cada semana. Não acham que as férias têm de ser desenhadas? Em que hotel ficarão hospedados, em que praia ficarão e, por vezes até, em que restaurantes irão querer comer. E fazem as reservas com antecedência. Não acham que isso deva ser desenhado? Tudo tem de ser desenhado. Vocês devem desenhar como irão vestidos hoje, qual será a vossa figura. O universo tem uma ordem e não precisam de perguntar: “será que o sol irá nascer amanhã?”. Mas convosco é diferente não podem deixar as coisas importantes ao acaso espontâneo. Também têm de verificar o carro antes de saír para uma viagem longa, não basta dizer “eu acho que não vai acontecer nada.” E depois ficam na estrada com uma avaria estúpida qualquer. 

Vamos então iniciar o nosso tema que trata da filosofia de vida. Eu mudei-lhe o nome para “mentalidade” para não ser tão óbvio que copiei estas informações. A nossa filosofia é o factor que mais influencia as nossas vidas. A tua própria filosofia é o factor que mais influencia a tua vida. E vou dizer-te porquê.

Rui Gabriel

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